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Montagem de sanita monobloco

Montar uma sanita monobloco significa assentar no chão a bacia com o autoclismo acoplado, fixá-la bem, ligá-la ao esgoto e à água. Este trabalho surge em várias situações: na remodelação da casa de banho, quando a bacia antiga está rachada, quando o autoclismo não para de correr ou quando se quer uma descarga mais económica. A sanita mono

Atualizado 09/2026·6 min read·10 price list items
Preço do trabalho padrão
28,17 €/ unid.
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20,24 € - 44,04 €
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Ladrilhos e azulejos10 itens

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ArtigoUnidadePreço / un.QuantidadeTotal
Instalação de louças sanitárias
Instalação de sanita compactaunid.-
Instalação de banheira (trabalho de revestimento)unid.-
Revestimento de banheira e ligação à rede de esgotounid.-
Execução de base de duche em alvenaria com pendenteunid.-
Instalação de estrutura de autoclismo de encastrar (Geberit) + fechamento em alvenariaunid.-
Instalação de torneira misturadora para banheira / ducheunid.35,70 €-
Instalação de lavatóriounid.28,57 €-
Instalação de torneira misturadora para lavatóriounid.20,24 €-
Instalação de móvel de lavatóriounid.-
Colagem de espelhounid.44,04 €-
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Como se monta uma sanita monobloco

O trabalho segue uma ordem clara e cada passo depende do anterior. Um erro no início costuma só aparecer na primeira descarga.

  1. Numa substituição, fecha-se primeiro a água, esvazia-se o autoclismo, desliga-se o tubo flexível e desaparafusa-se e retira-se a bacia antiga.
  2. Limpa-se o local de restos de silicone, massa e sujidade e verifica-se se o esgoto está desimpedido e sem danos.
  3. Coloca-se na saída de esgoto um manguito de ligação novo ou uma curva, encosta-se a bacia, nivela-se e marcam-se os furos para os parafusos.
  4. Abrem-se os furos, metem-se as buchas e aparafusa-se a bacia por igual dos dois lados.
  5. Monta-se o autoclismo sobre a bacia com a respetiva junta e aperta-se.
  6. Liga-se o tubo flexível à torneira de segurança, deixa-se encher e regula-se a boia.
  7. Segue-se o teste de descarga e de estanquidade e, por fim, o silicone à volta da base.

Saída vertical, horizontal ou inclinada: o que convém saber antes

Antes de comprar a sanita nova, convém ver para onde vai a saída de esgoto da casa de banho. É a informação mais importante para toda a montagem.

  • a saída horizontal sai da parede e é hoje a mais comum, a bacia liga-se a ela através de um manguito de borracha ou de uma curva,
  • a saída vertical vai direta ao chão, aparece sobretudo em casas mais antigas e a bacia assenta logo por cima do tubo,
  • a saída inclinada é menos frequente e exige uma bacia ou uma ligação própria para esse caso.

Se a bacia comprada tiver uma saída diferente da que existe em casa, muitas vezes resolve-se com uma ligação excêntrica ou uma curva. Quando é preciso mudar o esgoto de sítio, já há que abrir parede ou pavimento e refazer o revestimento cerâmico. Num prédio, essa alteração pode chegar à coluna de esgoto, que é parte comum do condomínio. Aí o trabalho deve ficar entregue a um canalizador.

Na escolha, vale a pena pensar também na dupla descarga (por exemplo 3 e 6 litros, conforme o modelo), numa torneira de enchimento mais silenciosa e numa bacia sem rebordo, que se limpa com mais facilidade.

O que facilita e o que complica o trabalho

O caso mais simples é trocar peça por peça: o mesmo tipo de saída, pavimento direito e torneira de segurança em bom estado. A montagem fica rápida e sem surpresas.

O trabalho demora mais, e fica por isso mais caro, sobretudo quando há:

  • uma saída de esgoto noutra posição ou noutra direção da que a bacia nova pede,
  • um esgoto antigo em ferro fundido com massa endurecida, difícil de limpar,
  • um pavimento irregular ou com ladrilhos rachados debaixo da bacia,
  • uma torneira de segurança ferrugenta ou com fuga, que tem de ser trocada, o que num apartamento obriga muitas vezes a fechar a água de toda a casa ou da coluna,
  • piso radiante ou tubagens no pavimento, que obrigam a furar com cuidado e precisão,
  • revestimento e pavimento novos feitos ao mesmo tempo que a sanita.

Se a casa de banho levar ladrilho novo, a sanita só se monta depois de o ladrilhador terminar o pavimento. Assim a bacia assenta numa superfície plana e não é preciso recortar nada à volta.

Guia de bricolage: substituir uma sanita monobloco

Quando se troca a sanita por um modelo com o mesmo tipo de saída e não é preciso mexer na tubagem, o trabalho pode ser feito em casa. Convém ter à mão um nível, um berbequim com broca para cerâmica e broca para betão, uma chave de fendas, uma chave de bocas, silicone sanitário, um balde e um pano.

  1. Fechar a torneira de segurança, puxar o autoclismo e retirar a água que fica no autoclismo e na bacia.
  2. Desligar o tubo flexível, desaparafusar a bacia antiga e tirá-la com cuidado da saída de esgoto.
  3. Tapar provisoriamente o esgoto com um pano, para não sair cheiro nem cair lá nada.
  4. Limpar o pavimento e a boca do esgoto de restos de silicone e massa.
  5. Colocar o manguito novo na saída e encostar a bacia para experimentar.
  6. Nivelar a bacia nos dois sentidos e marcar a lápis os furos para os parafusos.
  7. Pôr fita-cola nos pontos a furar, furar o ladrilho sem percussão com broca para cerâmica e só ligar a percussão quando se chegar ao betão.
  8. Meter as buchas, encaixar a bacia no manguito e apertar os parafusos alternadamente, só até a bacia ficar firme.
  9. Montar o autoclismo com a junta e apertar os parafusos por igual, sem forçar a cerâmica.
  10. Ligar o tubo flexível à torneira e ao autoclismo, primeiro à mão e depois com a chave, com cuidado.
  11. Abrir a torneira devagar, deixar o autoclismo encher e passar papel seco por todas as ligações.
  12. Puxar o autoclismo várias vezes e observar se sai água junto ao esgoto ou debaixo do autoclismo.
  13. Vedar a base da bacia junto ao chão com silicone sanitário e deixá-lo secar o tempo indicado pelo fabricante.

Se se perceber que é preciso mudar o esgoto de sítio ou que a torneira de segurança não fecha, o melhor é chamar um canalizador.

Erros comuns na montagem

Na prática, é frequente o problema não aparecer logo, mas só ao fim de algumas semanas de uso. As causas mais habituais são:

  • parafusos apertados demais, que mais cedo ou mais tarde racham a cerâmica da bacia ou do autoclismo,
  • bacia mal nivelada, que abana e vai soltando a vedação do esgoto,
  • manguito velho ou mal encaixado, que deixa passar água na descarga e cheira mal,
  • fita de teflon nas ligações do tubo flexível que já vedam com junta de borracha, a fita não pertence ali e a ligação pode ficar com fuga,
  • tubo flexível dobrado ou demasiado comprido,
  • furar o ladrilho com percussão, o que costuma partir a peça,
  • furar sem confirmar se passa no pavimento piso radiante ou outra tubagem.

No silicone à volta da base, alguns profissionais deixam atrás um pequeno espaço sem vedar. Se um dia o esgoto começar a pingar, a água aparece à frente e não fica anos escondida debaixo da bacia.

Como verificar o trabalho terminado

Na entrega, convém pedir que tudo seja mostrado a funcionar. A verificação leva poucos minutos e evita discussões mais tarde.

  • a bacia está direita e não abana quando se empurra para os lados,
  • a cerâmica não tem rachas, sobretudo junto aos parafusos,
  • depois de várias descargas, está tudo seco junto ao esgoto e debaixo da bacia,
  • a junta entre autoclismo e bacia não deixa passar água durante a descarga,
  • o tubo flexível não está dobrado e as ligações estão secas,
  • a torneira de segurança abre e fecha com facilidade,
  • o autoclismo enche e depois para por completo, sem água a escorrer para a bacia,
  • a descarga pequena e a grande levam tudo de uma só vez,
  • o silicone está contínuo e liso e a zona à volta ficou limpa.

Perguntas frequentes

A bacia deve ser aparafusada ao pavimento. O silicone sozinho não a segura bem e, com o uso, ela pode mexer-se e estragar a vedação do esgoto.

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