Orçamente o trabalho pelo preçário
Introduza as quantidades e o preço é recalculado de imediato. Nível de preços: Portugal. Pode ajustar os valores no seu preçário.
Todos os preços apresentados não incluem IVA. O preço da mão de obra inclui só o trabalho. O preço com material acrescenta material auxiliar (cola, primário, mástiques, fixações). Azulejos, pavimentos, soalhos, tinta e loiças sanitárias são escolhidos e comprados pelo cliente e não estão incluídos.
| Artigo | Unidade | Preço / un. | Quantidade | Total |
|---|---|---|---|---|
| Impermeabilização | ||||
| Tela asfáltica de maçarico, superfície vertical (1x camada) | m² | 18,75 € | - | |
| Tela asfáltica de maçarico, superfície horizontal (1x camada) | m² | 11,50 € | - | |
Onde se aplica a impermeabilização vertical e o que protege
A impermeabilização vertical betuminosa tem uma função principal: impedir que a água ou a humidade do terreno entre na alvenaria. Numa cobertura, impede que a água que escorre pela laje se infiltre por trás da impermeabilização junto à parede ou à platibanda. Os locais típicos são estes:
- paredes exteriores de caves e garagens enterradas antes do aterro,
- sapatas e soco da casa, onde a impermeabilização liga ao corte horizontal sob a parede,
- face interior da platibanda de uma cobertura plana ou de um terraço, onde a membrana da cobertura sobe,
- encontro de um terraço ou varanda com a parede da habitação,
- muros de suporte, poços, caixas e fossas pelo lado exterior.
Porquê a maçarico? A membrana soldada adere ao suporte em toda a área, não ficam vazios por onde a água possa circular, e o betume das sobreposições funde-se num só corpo. Quando o trabalho é bem feito, as várias faixas passam a formar uma camada contínua, sem pontos fracos nas juntas.
Quando basta uma camada
Uma camada de membrana soldada usa-se, em regra, contra a humidade do terreno e contra a água que não exerce pressão, ou seja, a que escorre para baixo e é encaminhada por uma drenagem ou por um aterro permeável. Também é habitual no remate da impermeabilização da cobertura na platibanda, quando isso corresponde à solução prevista para a cobertura. Se a casa assenta em terreno argiloso, onde a água fica retida à volta das fundações depois da chuva, ou se o nível freático chega perto do pavimento da cave, já se trata de água sob pressão. Nesse caso, o projetista prevê normalmente duas camadas, outro sistema ou betão estanque, em função das condições do terreno. Não é uma decisão para tomar em obra pelo aplicador. Se não houver certeza sobre o tipo de água que atua junto à casa, convém esclarecer antes de começar a soldar.
Como decorre o trabalho em obra, passo a passo
O procedimento varia consoante se trate de uma parede de cave numa escavação ou de uma platibanda na cobertura, mas o princípio é o mesmo.
- Verificar o suporte: deve estar firme, seco, regular, sem saliências cortantes, restos de argamassa ou pó. As arestas arredondam-se ou chanfram-se.
- Executar a meia-cana, isto é, uma transição inclinada ou curva no canto entre a superfície horizontal e a vertical, em argamassa ou com uma cunha pré-fabricada. Assim a membrana não dobra num ângulo vivo de 90 graus.
- Aplicar primário betuminoso no suporte e deixá-lo secar conforme o fabricante, normalmente algumas horas.
- Cortar as faixas com o comprimento correspondente à altura da parede, com acréscimo para a sobreposição na superfície horizontal e para o remate superior.
- Enrolar a faixa, encostá-la à base da parede, aquecer a face inferior da membrana e o suporte e ir desenrolando para cima. Pressionar com rolo ou espátula para que adira em toda a área.
- Em paredes mais altas, fixar mecanicamente a faixa no topo, de forma provisória ou definitiva, para que não deslize enquanto está quente.
- Soldar as sobreposições laterais de modo que saia no bordo um cordão fino e contínuo de betume, em regra com cerca de meio centímetro.
- Tratar os cantos interiores e exteriores, as passagens de tubos e de ancoragens com reforços da mesma membrana.
- Rematar o bordo superior com um perfil de remate ou de fixação, aparafusá-lo e vedar a junta por cima do perfil com mastique elástico compatível com betume.
- Verificar as juntas e fotografar toda a superfície antes de ser coberta pela camada de proteção.
Ligação à impermeabilização horizontal
O ponto mais sensível da impermeabilização vertical é a base, onde se encontra com a impermeabilização sob a fundação ou na laje da cobertura. A membrana horizontal sobe normalmente alguns centímetros pela parede e a vertical sobrepõe-se a ela, ou o contrário, consoante a ordem dos trabalhos. O essencial é que a sobreposição tenha largura suficiente, aproximadamente 10 a 15 cm, e que fique soldada sem interrupções. Em caves acontece muitas vezes que a membrana horizontal sai apenas uns centímetros por baixo da laje de fundo e está suja de lama. Essa aba deve ser limpa, seca e primarizada, caso contrário a membrana vertical cola apenas à sujidade.
Preparação: o que deve estar pronto antes de chegar a equipa
Grande parte dos problemas da impermeabilização vertical nasce antes de se acender o maçarico. Antes da chegada dos aplicadores convém ter o seguinte:
- parede concluída, com o betão ou o reboco curados e secos conforme o fabricante, porque o betão fresco tem muita água e a membrana não adere,
- em caves, escavação com largura suficiente para estar junto à parede em segurança e trabalhar com o maçarico, e taludes ou entivação protegidos contra desmoronamento,
- em platibandas, andaime ou acesso seguro com proteção contra quedas,
- materiais combustíveis afastados, sobretudo poliestireno, madeira, películas plásticas e embalagens,
- passagens de tubagens, esgotos e tubos de cabos colocadas previamente, porque furar a impermeabilização já feita cria sempre um ponto fraco,
- definido o modo como a impermeabilização vai ser protegida no fim e quem o faz.
O tempo conta muito. Com chuva, nevoeiro ou suporte com orvalho não se deve soldar: a água sob a membrana transforma-se em vapor e forma bolhas. Em Portugal, as manhãs de inverno com humidade elevada são frequentes, e muitas vezes só se começa quando o suporte seca. Com temperaturas baixas o betume fica mais rígido e a membrana fissura ao dobrar, por isso os fabricantes indicam uma temperatura mínima de aplicação. As membranas modificadas com SBS aplicam-se, em regra, com tempo mais frio do que as oxidadas, mas também nelas vale o valor da ficha técnica.
Materiais e variantes: que membrana escolher para a parede
Nas superfícies verticais usam-se hoje quase só membranas betuminosas modificadas para soldar a maçarico, com espessura normalmente próxima dos 4 mm. As diferenças estão no tipo de betume, na armadura e no acabamento da face exposta.
Tipo de betume
- betume modificado com SBS (elastomérico): flexível, suporta bem movimentos do suporte e temperaturas baixas, é o mais escolhido para paredes e pormenores,
- betume modificado com APP (plastomérico): resiste melhor ao calor e ao sol, mas é mais rígido e adapta-se pior a cantos e paredes irregulares,
- betume oxidado: o grupo menos flexível, hoje usado apenas excecionalmente em aplicações verticais a maçarico.
Armadura
A armadura define a resistência e a capacidade de alongamento da membrana. O feltro de poliéster é flexível e resiste ao rasgamento, por isso prefere-se em caves e onde a construção possa ter movimentos. O véu ou tecido de fibra de vidro é mais estável dimensionalmente, mas pode fissurar com movimentos do suporte. Uma membrana com armadura de fibra de vidro faz sentido onde o suporte é estável e não há risco de assentamentos.
Acabamento da face
Uma membrana com acabamento de areia fina ou película fina serve para ficar sob o terreno ou sob isolamento térmico. Numa platibanda exposta ao sol usa-se membrana com acabamento mineral, de grânulos de ardósia, que protege o betume da radiação UV, ou cobre-se a impermeabilização com um rufo metálico. Com o sol forte do verão português, uma membrana sem proteção envelhece depressa e acaba por fissurar.
Quando é melhor não usar maçarico
Onde houver por perto isolamento de poliestireno, estruturas de madeira ou caixilharias em PVC, a chama aberta é um risco. O poliestireno derrete com o calor e há perigo de incêndio. Nesses pontos usam-se membranas betuminosas autoadesivas, revestimentos betuminosos aplicados a frio, ou reorganiza-se a sequência para soldar antes de colocar o isolamento. No soco de uma casa com ETICS (capoto) esta questão surge com frequência e deve ficar resolvida antes do início dos trabalhos.
Superfície vertical e horizontal: em que difere este trabalho
Na tabela existe um artigo separado para a aplicação de uma camada de membrana betuminosa em superfície horizontal. O material é muitas vezes o mesmo, mas o trabalho na parede é diferente e mais lento. As diferenças, em resumo:
- na horizontal desenrola-se o rolo inteiro de uma vez e pressiona-se com o pé ou com rolo, na parede trabalha-se com troços cortados, cada um aquecido e pressionado à parte,
- na parede atua a gravidade, a membrana quente tende a deslizar e a descolar no bordo superior, por isso precisa de fixação mecânica e perfil de remate,
- na parede há mais juntas, cantos e atravessamentos por metro quadrado, e cada pormenor exige tempo e experiência,
- o aplicador trabalha em posição incómoda, numa vala ou num andaime, e vê com mais dificuldade se o betume saiu bem na junta,
- na horizontal a água fica parada e a membrana sofre mais nas juntas, na parede a água escorre, por isso o que decide é a ordem correta das sobreposições e um bom remate superior,
- a impermeabilização vertical deve ser protegida logo após a conclusão contra danos no aterro, enquanto a horizontal fica normalmente coberta por betão, betonilha ou outra camada.
Na prática, quando se impermeabiliza uma cave, o orçamento inclui os dois artigos: a superfície horizontal sob ou sobre a laje de fundo e a superfície vertical ao longo das paredes. Numa cobertura plana a área horizontal é grande e a vertical é só a faixa junto às platibandas e paredes, mas é exatamente aí que muitas vezes se decide se a cobertura vai ter infiltrações. A área vertical deve medir-se em toda a altura desenvolvida, incluindo a sobreposição na horizontal e o remate superior, e não apenas até à cota do terreno.
O que facilita ou complica o trabalho
O esforço numa superfície vertical não depende apenas dos metros quadrados. Pesam sobretudo estes fatores:
- altura da parede: em paredes altas é preciso emendar ou fixar a membrana e trabalhar a partir de andaime,
- número de cantos, reentrâncias, pilares e atravessamentos: uma parede longa e reta é muito mais simples do que uma planta recortada,
- estado do suporte: alvenaria antiga de pedra ou tijolo sem camada de regularização tem de ser primeiro rebocada ou barrada,
- remoção de impermeabilização antiga, restos de pinturas e terra em reabilitações,
- acesso: uma vala estreita junto ao muro do vizinho ou uma platibanda sem andaime atrasam bastante o trabalho,
- proximidade de materiais combustíveis e de janelas, que é preciso proteger ou resolver com outra técnica,
- tempo: com humidade e frio o trabalho interrompe-se.
Na reabilitação de casas antigas, frequentes nos centros históricos e no interior do país, verifica-se muitas vezes que o que mais tempo leva é escavar, limpar e regularizar a parede, e a soldadura propriamente dita é depois mais rápida. Numa construção nova com parede reta de betão ou de blocos acontece o contrário.
Com que outras especialidades se articula
A impermeabilização vertical está a meio de uma sequência de trabalhos e a sua qualidade depende do entendimento entre os vários profissionais.
- com o pedreiro e a equipa de betão: suporte regular, arestas arredondadas, meia-cana no canto e betão suficientemente curado,
- com o canalizador e o eletricista: colocar todas as passagens antes, de preferência com manga ou flange de vedação onde a membrana possa ligar,
- com quem aplica o isolamento térmico da cave: a cola das placas de XPS deve ser compatível com betume, porque as colas com solventes atacam o betume,
- com quem faz o aterro: aterrar apenas depois da verificação, sem pedras junto à parede e por camadas,
- na cobertura, com quem executa os rufos: o rufo da platibanda deve cobrir o remate superior da membrana de modo que a água não entre por trás.
Num prédio em condomínio, por exemplo na impermeabilização de garagens enterradas ou da cobertura, convém combinar com a administração do condomínio as datas, o acesso à obra, o local para o material e a proteção das zonas comuns, e avisar os condóminos de que vai haver trabalho com chama aberta.
Erros típicos e como se manifestam mais tarde
Os erros na impermeabilização vertical são traiçoeiros, porque depois do aterro ninguém os vê. Revelam-se apenas por manchas de humidade, eflorescências de sais ou bolor na cave, por vezes anos depois.
- suporte sem primário ou com pó: a membrana prende só à superfície e acaba por descolar,
- aquecimento insuficiente: a membrana cola apenas em pontos e formam-se canais por onde a água circula,
- sobreaquecimento: a armadura queima, o betume escorre e a membrana perde resistência nesse ponto,
- falta de fixação mecânica no topo: a membrana descola, dobra e a água escorre por trás,
- bordo superior abaixo da cota do terreno: a água do soco entra por trás, a impermeabilização deve normalmente terminar acima do terreno,
- canto vivo sem meia-cana: a membrana não assenta no canto e rasga com os assentamentos,
- sobreposições curtas ou mal orientadas: a água entra na junta,
- atravessamentos resolvidos só com mastique: o mastique endurece com o tempo e descola,
- aterro com entulho e pedras diretamente sobre a membrana, sem camada de proteção,
- uma só camada onde existe água sob pressão.
A proteção da impermeabilização depois de concluída é um trabalho à parte, mas indispensável. Sob o terreno coloca-se normalmente membrana pitonada com os pitons virados para o terreno, placas de XPS ou outra camada de proteção. O aterro faz-se por camadas e compacta-se com cuidado, para que a membrana não se desloque nem seja perfurada.
Quanto tempo demora e o que se deve respeitar
A soldadura fica pronta assim que a membrana arrefece, normalmente em poucos minutos. A duração total, porém, depende da preparação. O primário precisa, segundo o fabricante, de algumas horas até cerca de um dia para secar, mais com frio e humidade. Um reboco ou camada de regularização acabados de fazer têm de secar antes do primário. O betão de paredes novas precisa de tempo para perder a humidade em excesso, em regra várias semanas.
Numa superfície vertical faz-se menos área por dia do que na horizontal, porque os pormenores se acumulam. Numa casa de planta simples com paredes retas, a cave fica muitas vezes impermeabilizada em poucos dias; numa planta recortada com alvenaria antiga deve contar-se com mais tempo. Não convém aterrar logo após a conclusão: primeiro verifica-se e fotografa-se a impermeabilização.
Quanto à segurança: em trabalhos com chama aberta deve haver um extintor no local e, no fim, o sítio vigia-se durante algum tempo para confirmar que nenhum resto de material ficou a arder sem chama. As garrafas de propano não ficam dentro da vala, onde o gás, mais pesado que o ar, se acumula junto ao chão. Em caso de cheiro a gás, deve abandonar-se o local e ligar para a linha de emergência do distribuidor ou para o 112; em caso de incêndio, para o 112.
Guia faça você mesmo: preparação do suporte antes da soldadura
A soldadura a maçarico numa parede deve ficar a cargo de aplicadores profissionais. O trabalho com chama numa vala ou num andaime é arriscado e um erro dificilmente se deteta. A preparação do suporte, no entanto, ajuda muito a equipa e garante que a membrana terá onde aderir.
- Escavar a terra junto à parede até à profundidade combinada, apenas na medida em que seja seguro; escavações mais fundas ficam para uma empresa com entivação.
- Limpar a parede de terra, pinturas antigas e partes soltas com escova de aço e deixá-la secar.
- Remover saliências de argamassa e arredondar as arestas vivas.
- Preencher buracos e juntas maiores com argamassa de reparação e deixá-la curar conforme o fabricante.
- Varrer ou aspirar o pó da parede e da aba horizontal da fundação.
- Aplicar primário betuminoso à trincha ou ao rolo numa camada fina e uniforme, só depois de combinar com o aplicador o tipo de primário.
- Deixar o primário secar conforme a ficha técnica e protegê-lo da chuva e do pó.
- Retirar das imediações poliestireno, madeira e outros materiais combustíveis.
Receção do trabalho concluído
A receção deve fazer-se antes de a impermeabilização ser tapada. Convém percorrer toda a parede e testar com cuidado os bordos das juntas com uma espátula romba: não devem levantar. Na receção verifica-se:
- membrana soldada em toda a área, sem bolhas, pregas nem bordos levantados,
- cordão contínuo de betume visível nas juntas laterais,
- sobreposições com largura suficiente e dispostas de modo que a água escorra por cima delas e não para dentro,
- meia-cana no canto e membrana bem assente sem vazios,
- cantos e atravessamentos reforçados e bem ligados,
- sobreposição inferior com a impermeabilização horizontal contínua e soldada,
- bordo superior com perfil de remate, fixado e vedado com mastique,
- impermeabilização a terminar acima da cota final do terreno ou sob o rufo da platibanda,
- membrana sem zonas queimadas nem danos mecânicos,
- registo fotográfico de toda a superfície e dos pormenores, e dados da membrana utilizada.
Perguntas frequentes
Não é boa ideia. Ao aquecer, a humidade do suporte transforma-se em vapor, formam-se bolhas sob a membrana e esta não adere. O suporte deve estar seco e o betão curado segundo as indicações do fabricante da membrana e do primário.
Contra a humidade do terreno e a água que escorre, em regra sim, desde que a impermeabilização seja contínua e bem protegida. Se houver água sob pressão, por exemplo com nível freático alto ou em argila pouco permeável, o projetista prevê normalmente mais camadas ou outro sistema.
Não. O poliestireno derrete com o calor e há risco de incêndio. A membrana solda-se na parede antes de colar o isolamento térmico, ou junto ao poliestireno usa-se membrana autoadesiva ou revestimento betuminoso a frio.
Deve, em regra, terminar acima da cota do terreno, para que a água que salpica do chão e escorre pelo soco não entre por trás do bordo superior. A altura exata define-se no projeto e depende do acabamento do soco.
Sim. As pedras e a compactação danificariam a membrana. Usa-se membrana pitonada, placas de XPS ou outra camada de proteção, e o aterro faz-se por camadas, sem pedras grossas junto à parede.
Sim. Ao sol, o betume sem proteção envelhece e fissura. Usa-se membrana com acabamento mineral de ardósia ou cobre-se o remate com um rufo metálico que proteja também o bordo superior da água.
Trabalhos relacionados
Como se projeta espuma PUR de célula aberta com 30 a 35 cm: alteamento das varas, camadas, para-vapor, erros comuns e verificação antes do pladur.
Como se montam as contra-ripas na cobertura, que altura escolher, o que preparar antes da obra e o que verificar na receção do trabalho.
Como se faz o ripado para telha: cálculo do espaçamento, secção e tratamento das ripas, fixação, erros típicos e verificação antes de assentar a telha.
Blog
Orçamente o projeto completo, não apenas um trabalho
No preçário de trabalhos de construção escolhe artigos de todas as especialidades e o NUMIQ transforma-os num orçamento pronto para o cliente.