Preçário 2026 · Portugal

Montagem de contra-ripado na cobertura

As contra-ripas são peças de madeira de secção quadrada ou retangular que se fixam ao longo das varas do telhado, ou sobre a laje inclinada, por cima da membrana de subtelha. À primeira vista parecem pouca coisa: umas réguas pregadas na cobertura.

Atualizado 09/2026·13 min read·8 price list items
Preço do trabalho padrão
4,90 €/ m²
Intervalo indicativo
3,92 € - 6,37 €
Apartamento de 60 m²
735,00 €
Preço apenas desta atividade específica - sem material e sem trabalhos preparatórios. Não é o preço da obra completa.
Orçamentar a minha remodelação
Preços atualizados

Orçamente o trabalho pelo preçário

Introduza as quantidades e o preço é recalculado de imediato. Nível de preços: Portugal. Pode ajustar os valores no seu preçário.

Caleiras, rufos e remates em chapa8 itens

Todos os preços apresentados não incluem IVA. O preço da mão de obra inclui só o trabalho. O preço com material acrescenta material auxiliar (cola, primário, mástiques, fixações). Azulejos, pavimentos, soalhos, tinta e loiças sanitárias são escolhidos e comprados pelo cliente e não estão incluídos.

ArtigoUnidadePreço / un.QuantidadeTotal
Coberturas
Instalar contrarripadom²4,90 €-
Instalar ripado para telhadom²-
Instalar barreira de vaporm²3,65 €-
Revestimento de fachada em chapa com junta agrafada angularm²25,00 €-
Cobertura em chapa com junta agrafada / junta de pém²23,75 €-
Instalar membrana impermeabilizante PVC (telhado plano)m²-
Teste de faísca em membrana PVC (telhado plano)m²-
Assentar telha cerâmica/betãom²37,50 €-
Total de mão de obra
- introduzir quantidade
Criar orçamento pelo preçário →

O que fazem as contra-ripas e porque são tão importantes

O contra-ripado tem três funções. A primeira, e a mais importante, é a ventilação. Entre a membrana e a telha tem de existir uma caixa de ar por onde o ar sobe do beirado até à cumeeira. Esta camada de ar leva consigo a humidade que atravessa a membrana vinda do sótão e seca a água que entra por baixo da telha com chuva batida pelo vento. A altura da contra-ripa é, por isso, a altura da caixa de ar.

A segunda função é mecânica. A contra-ripa aperta a membrana contra a vara ao longo de todo o comprimento, de modo que o vento não a levanta nem a rasga à volta dos pregos. Sobre as contra-ripas fixa-se depois o ripado, que suporta a telha.

A terceira função é criar um plano. As varas de telhados antigos, e mesmo de telhados novos feitos com madeira de menor qualidade, raramente ficam todas à mesma altura. Nas lajes inclinadas de betão também aparecem desníveis de cofragem. As contra-ripas podem ser calçadas ou acertadas para que o ripado e a telha fiquem direitos. Se este passo for ignorado, a telha ondulada já não se corrige sem desmontar a cobertura.

Porque não basta pregar as ripas diretamente nas varas? Porque ficariam encostadas à membrana. A água que escorre pela membrana parava em cada ripa, a membrana por baixo da ripa nunca secava e o ar não tinha por onde passar. São as contra-ripas, colocadas no sentido da pendente, que deixam a água escorrer livremente até à caleira.

Só contra-ripado ou ripado completo: qual o item certo

Na tabela de preços NUMIQ existem três itens próximos. Cada um tem a sua página, por isso convém perceber a diferença:

  • Montagem de contra-ripado (esta página): apenas as peças no sentido da pendente, ao longo das varas, sobre a membrana, sobre forro existente ou sobre laje. A área conta-se em m² de cobertura. O ripado para a telha não está incluído.
  • Montagem de ripado para telha: as ripas horizontais sobre as contra-ripas, com o espaçamento definido pelo modelo concreto de telha (lusa, marselha, plana ou outra). Inclui o acerto das distâncias, a ripa de beirado, a ripa de cumeeira e as ripas junto aos larós.
  • Ripado e contra-ripado de coberturas (conjunto): as duas camadas feitas de seguida pela mesma equipa.

Encomendar só o contra-ripado faz sentido nestas situações:

  • a cobertura deve ser fechada provisoriamente o mais cedo possível com membrana e contra-ripas, e a telha só chega daqui a algumas semanas, por exemplo por prazo de fornecimento,
  • a cobertura leva chapa ou painel sobre forro contínuo e as contra-ripas servem para ventilar entre o forro e a membrana, ou para suportar o próprio forro,
  • o ripado vai ser feito pelo telhador junto com a telha, porque prefere marcar ele próprio o espaçamento das ripas para o modelo escolhido,
  • há isolamento pelo exterior sobre as varas ou sobre a laje (placas de XPS ou fibra de madeira) e as contra-ripas fixam-se com parafusos compridos através do isolamento, um trabalho à parte e mais exigente,
  • numa reabilitação mantém-se o forro de madeira antigo, coloca-se membrana nova e as contra-ripas montam-se sobre ele.

Se a mesma empresa faz a cobertura da membrana à telha e nada fica à espera, o item conjunto costuma ser mais prático. A equipa não precisa de voltar à obra, não monta e desmonta proteções duas vezes e a qualidade das duas camadas fica sob a responsabilidade de uma só pessoa. A diferença principal é esta: no contra-ripado isolado, a equipa só define a caixa de ar e o plano, e o espaçamento das ripas fica para quem vem a seguir. Por isso a altura e o plano têm de ficar bem acordados por escrito com o telhador.

O que deve estar pronto antes de a equipa chegar

As contra-ripas montam-se no fim de uma fase. Se o que fica por baixo não estiver resolvido, a equipa ou espera ou faz compromissos que mais tarde se pagam caros.

  • Estrutura verificada e reparada. Varas danificadas, apodrecidas ou empenadas devem ser substituídas ou reforçadas antes de a membrana ser aplicada. Depois de cobertas pelas contra-ripas, ninguém as volta a ver. Numa laje, as fissuras e os pontos com ferro à vista devem ser tratados antes.
  • Tratamento da madeira. Se a estrutura antiga leva tratamento contra caruncho, térmita ou fungos, este deve estar feito e seco.
  • Membrana de subtelha. Ou já está aplicada, ou é a mesma equipa que a aplica imediatamente antes. A membrana estende-se na horizontal, do beirado para cima, com sobreposições segundo o fabricante, e não deve ficar muito tempo descoberta. A maioria das membranas só aguenta o sol durante um período limitado, indicado pelo fabricante.
  • Beirado. O rufo de beirado ou a chapa de remate onde a membrana descarrega deve estar colocado, para que a água da membrana caia na caleira e não escorra pela parede ou pelo reboco.
  • Atravessamentos. Chaminé, tubos de ventilação dos esgotos, janelas de telhado e claraboias devem ter pelo menos a posição marcada, para interromper as contra-ripas no sítio certo.
  • Andaime e proteção. Andaime no beirado ou outro sistema de proteção contra quedas, acesso para o material e um local seco e coberto para guardar a madeira.

Num prédio em condomínio, convém combinar com a administração do condomínio o acesso à cobertura, o local para o andaime e o estaleiro, e avisar os vizinhos dos dias de trabalho.

Como decorre a montagem na cobertura

Verificação do plano

O carpinteiro estica primeiro uma linha ou encosta uma régua comprida sobre várias varas e vê onde há saliências e onde há abatimentos. Numa estrutura nova de madeira aplainada a diferença costuma ser pequena. Em telhados antigos aparecem varas com flecha de vários centímetros. Aqui decide-se onde a contra-ripa vai ser calçada e onde vai ser acertada.

Colocação da contra-ripa e fita vedante

A contra-ripa coloca-se exatamente no eixo da vara, nunca ao lado. Com pendente baixa, com cobertura provisória durante mais tempo, ou quando o fabricante da membrana o exige, aplica-se uma fita vedante por baixo da contra-ripa. Quando o prego a atravessa, a fita fecha à volta da haste e a água não entra pelos furos para o isolamento.

Fixação em madeira

A contra-ripa prega-se ou aparafusa-se à vara em intervalos regulares, normalmente a cada 30 a 50 cm, conforme o projeto e a exposição ao vento. A fixação tem de entrar bem na vara. Usam-se pregos galvanizados, muitas vezes de haste anelada, que seguram melhor. Com isolamento sobre as varas usam-se parafusos de sistema, com o comprimento e o ângulo indicados pelo fabricante.

Fixação em laje de betão

Em Portugal muitas coberturas são lajes inclinadas de betão ou de vigotas e abobadilhas. Aqui as contra-ripas fixam-se com buchas e parafusos adequados ao suporte, ou com cavilhas próprias para betão. A posição das contra-ripas já não depende de varas: define-se pela largura da membrana, pelo isolamento e pelo ripado que vem a seguir, normalmente com afastamentos semelhantes aos de uma estrutura de madeira. Nas lajes de abobadilha convém confirmar onde estão as vigotas, porque a abobadilha cerâmica oca segura mal uma bucha comum.

Emendas e acerto

As contra-ripas emendam-se topo a topo, sempre sobre a vara. Nas zonas abatidas metem-se calços por baixo ou usa-se uma peça mais alta. O plano controla-se à medida que o trabalho avança, com uma linha esticada entre as contra-ripas das extremidades.

Beirado, cumeeira e atravessamentos

No beirado, as contra-ripas terminam de forma a deixar aberta a entrada de ar entre a membrana e a telha. Essa abertura é depois protegida com um pente ou grelha de ventilação contra pássaros e insetos. Na cumeeira, as contra-ripas cortam-se para que o ar saia por uma cumeeira ventilada. À volta de janelas de telhado, chaminés e trapeiras, as contra-ripas interrompem-se com folga suficiente para o ar contornar o obstáculo, sem criar bolsas fechadas.

Larós e rincões

Nos telhados de quatro águas e nas coberturas recortadas, as contra-ripas cortam-se em diagonal junto ao rincão e ao laró. No laró junta-se muitas vezes uma contra-ripa auxiliar ou uma tábua para apoiar a chapa do laró. É aqui que se nota a experiência da equipa: cada corte tem de encaixar e a membrana no laró não pode ficar esticada como a pele de um tambor.

Materiais: madeira, altura e fixações

Madeira

As contra-ripas fazem-se normalmente em pinho, tratado em autoclave contra insetos e fungos. A madeira deve estar seca, aproximadamente com humidade até 20 %, direita e sem nós grandes que se soltem. Madeira molhada torce no telhado, retrai e solta os pregos. Se as contra-ripas chegarem húmidas, convém guardá-las à sombra e cobertas, com espaçadores entre camadas, para secarem.

Altura e secção

Em moradias usam-se normalmente contra-ripas com cerca de 40 a 60 mm de altura e 50 a 60 mm de largura. Uma contra-ripa mais alta dá uma caixa de ar maior. Isso faz falta sobretudo com águas compridas, pendente baixa, coberturas recortadas com muitos atravessamentos e sótãos habitados. O que manda é o projeto e as indicações do fabricante da telha e da membrana. A largura, por sua vez, tem de chegar para pregar as ripas com segurança.

Fixações e vedação

  • Pregos: galvanizados, lisos ou anelados, com comprimento suficiente. Com contra-ripas finas sobre varas fracas, preferem-se parafusos.
  • Parafusos para madeira: em contra-ripas mais altas, nos calços e em reabilitação, onde as pancadas do martelo soltariam madeira velha ou o estuque e o pladur do teto do sótão.
  • Buchas e parafusos para betão: nas lajes, escolhidos conforme o tipo de suporte.
  • Parafusos de sistema para isolamento exterior: parafusos compridos com fixação certificada, montados segundo o esquema do fabricante.
  • Fita vedante sob a contra-ripa: de espuma ou butílica, onde a membrana fica mais tempo sem telha ou a pendente é baixa.

Contra-ripas sobre forro e sob chapa

Com forro contínuo de madeira e membrana ou tela, as contra-ripas fixam-se através do forro às varas, nunca só às tábuas. Sob chapa metálica sobre forro, as contra-ripas criam a caixa de ar sem a qual a humidade condensa na face inferior da chapa e pinga para o sótão.

Ligação com os outros ofícios

O contra-ripado fica a meio de toda a cobertura. Antes dele estão o carpinteiro com a estrutura, eventualmente quem aplica o isolamento exterior e o serralheiro ou picheleiro com o rufo de beirado. Depois vêm o ripado, o telhador, os remates da chaminé e a montagem das janelas de telhado.

Há sobretudo estes pontos a combinar:

  • Altura da contra-ripa com o telhador. Influencia a altura do beirado, a ligação à caleira e a altura da cumeeira.
  • Posição das janelas de telhado. Os fabricantes têm instruções próprias para ligar a membrana e desviar a água por cima da janela.
  • Isolamento do sótão. Se a lã mineral for colocada entre as varas pelo lado de dentro, não pode empurrar a membrana para a caixa de ar. A membrana dobra entre as contra-ripas e reduz a passagem de ar. Quando o isolamento faz parte de uma obra de melhoria do desempenho energético, convém confirmar se existem apoios à eficiência energética em vigor e que documentação exigem, antes de fechar a cobertura.
  • Pára-raios, antenas e cabos. Os suportes costumam fixar-se através da telha às ripas e contra-ripas. Convém saber deles com antecedência. Qualquer cabo elétrico que passe pelo sótão ou pela cobertura deve ser tratado por um eletricista.

Erros típicos e como aparecem mais tarde

A maior parte dos erros no contra-ripado não se vê logo a seguir à montagem. Aparecem depois do primeiro inverno, às vezes só passados alguns anos.

  • Contra-ripa demasiado baixa. A caixa de ar não chega, a humidade acumula-se sob a telha, as ripas ganham bolor e no sótão surgem manchas no pladur.
  • Entrada ou saída de ar bloqueada. No beirado a abertura fica cheia de argamassa, chapa ou uma grelha demasiado fechada, e na cumeeira falta a ventilação. O ar não circula, mesmo com contra-ripas altas.
  • Contra-ripa fora do eixo da vara. O prego só atravessa a membrana e o isolamento. Com o tempo a contra-ripa solta-se e a membrana fica furada.
  • Buchas na abobadilha em vez da vigota. A fixação parece firme no dia da montagem e solta-se com os primeiros temporais.
  • Pregos curtos ou não galvanizados. Enferrujam, perdem aperto e a telha mexe com vento forte.
  • Falta de fita vedante onde era precisa. Na cobertura provisória a água entra pelos pregos para o isolamento e ninguém repara até surgir uma mancha no teto.
  • Contra-ripas contínuas por baixo de uma janela de telhado. Por cima da janela forma-se um espaço fechado sem ventilação, a humidade fica retida e a madeira sofre.
  • Madeira húmida. As contra-ripas torcem, o plano perde-se e a telha mostra ondulações visíveis.
  • Varas por acertar. Olhando o telhado de lado veem-se abatimentos e lombas. Só se corrige voltando a assentar a telha.
  • Membrana danificada durante a montagem. Pisar a membrana entre varas, ferramenta que cai, cortes ao recortar. Os pequenos rasgões devem ser logo colados com a fita indicada para essa membrana.

Dificuldade, duração e segurança

O que facilita e o que complica

O preço por m² desta página parte de uma cobertura comum. Uma cobertura concreta pode ser mais simples ou bastante mais exigente. Facilitam o trabalho um telhado de duas águas com planos compridos e direitos, estrutura nova e direita, andaime montado e acesso seguro, poucos atravessamentos, membrana já aplicada e material na obra.

Tornam o trabalho mais lento e exigente:

  • quatro águas, larós, trapeiras e rincões, onde cada contra-ripa leva corte,
  • pendente forte e grande altura, que obrigam a proteção mais cuidada,
  • varas antigas e desniveladas, com calços quase a cada metro,
  • isolamento exterior com parafusos compridos e marcação rigorosa,
  • lajes de abobadilha, onde é preciso localizar as vigotas,
  • montagem sobre forro existente, onde é preciso encontrar as varas,
  • muitos atravessamentos, chaminés e janelas,
  • chuva e vento, com os quais não se deve trabalhar no telhado.

Quanto tempo demora

Numa moradia com telhado simples de duas águas, uma equipa de dois a três carpinteiros faz normalmente o contra-ripado em um a dois dias. Num telhado de quatro águas com trapeiras, estrutura desnivelada ou isolamento exterior, pode levar várias vezes mais. No contra-ripado não há tempos de secagem nem de cura. O que atrasa é o tempo, porque sobre membrana molhada não se trabalha em segurança.

Porque não é trabalho para amadores

A montagem de contra-ripas é trabalho em altura sobre superfície inclinada, muitas vezes sobre membrana que fica escorregadia com humidade. Exige andaime ou outra proteção contra quedas, equipamento de segurança e prática a andar sobre a estrutura. Por isso não se descreve aqui como trabalho para fazer sozinho. O dono da obra pode, no entanto, ajudar: libertar o espaço à volta da casa, garantir um local seco para a madeira, esvaziar o sótão para a estrutura poder ser vista por baixo e marcar a data de forma que a membrana não fique muito tempo descoberta.

Lista de verificação na receção do contra-ripado

Antes de a equipa sair e de chegarem as ripas e a telha, convém percorrer a cobertura a partir do andaime e também pelo sótão:

  • cada contra-ripa está no eixo da vara e firme, sem mexer quando empurrada,
  • pregos, parafusos ou buchas estão a intervalos regulares e são galvanizados ou adequados ao exterior,
  • as emendas ficam sobre a vara, topo a topo, sem folgas grandes,
  • a altura das contra-ripas corresponde ao projeto ou ao combinado com o telhador,
  • o plano da cobertura, visto ao longo de uma linha, não mostra ondulações,
  • no beirado a entrada de ar está livre e a membrana descarrega para a caleira,
  • na cumeeira ficou espaço para a saída de ar,
  • à volta de janelas de telhado, chaminés e trapeiras as contra-ripas estão interrompidas com folga para o ar,
  • onde foi combinada fita vedante, ela está realmente aplicada,
  • a membrana não está rasgada, furada nem dobrada para a caixa de ar,
  • do sótão não se veem pregos que falharam a vara,
  • a madeira está seca, tratada e sem torcer,
  • restos, aparas e pregos foram retirados do telhado e da envolvente da casa.

Perguntas frequentes

As ripas suportam a telha. As contra-ripas criam por baixo delas a caixa de ar e afastam-nas da membrana. Sem contra-ripas, as ripas ficariam encostadas à membrana, a água parava atrás delas e o ar não circulava sob a telha.

Trabalhos relacionados

Blog

Orçamente o projeto completo, não apenas um trabalho

No preçário de trabalhos de construção escolhe artigos de todas as especialidades e o NUMIQ transforma-os num orçamento pronto para o cliente.