Uma parede divisória até 12,5 cm de espessura, em tijolo ou Ytong, custa segundo a tabela atual 21,20 € por m² de mão de obra. Uma parede resistente até 30 cm custa 28,30 € por m², o reboco fino de cal e cimento 10,02 € por m² e o estuque 9,43 € por m². O valor final depende sobretudo da espessura e do tipo de alvenaria, do número de vãos e cantos na parede e da área a rebocar. Os materiais de alvenaria e de reboco são pagos à parte.
Tipos de trabalho e respetivos preços
Divisória comum, não resistente, em tijolo ou blocos de betão celular. Exige uma base nivelada e uma marcação rigorosa.
Execução de paredes mais espessas com travamento das fiadas e controlo do prumo. Em elementos estruturais, segue-se o projeto de execução.
A rede aplicada na superfície da alvenaria reduz o risco de fissuras nas juntas entre os blocos antes do reboco.
Camada de acabamento lisa, pronta para pintura ou para aplicação de azulejo. Aplica-se em camada fina sobre uma base já curada.
Camada final finamente alisada, com superfície lisa e acetinada. Exige mão experiente no alisamento e condições de humidade adequadas.
Elemento resistente sobre um vão de porta ou janela. O tipo e o apoio da padieira dependem do cálculo estrutural e da largura do vão.
Orçamente o trabalho pelo preçário
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Todos os preços apresentados não incluem IVA. O preço da mão de obra inclui só o trabalho. O preço com material acrescenta material auxiliar (cola, primário, mástiques, fixações). Azulejos, pavimentos, soalhos, tinta e loiças sanitárias são escolhidos e comprados pelo cliente e não estão incluídos.
| Artigo | Unidade | Preço / un. | Quantidade | Total |
|---|---|---|---|---|
| Alvenaria | ||||
| Alvenaria de parede divisória até 12,5 cm (tijolo/Ytong) | m² | 21,20 € | - | |
| Alvenaria até 30 cm (Porotherm, Ytong) | m² | 28,30 € | - | |
| Aplicação de primário em paredes e pavimentos | m² | 1,18 € | - | |
| Reforço de alvenaria com malha para divisórias interiores | m² | 7,66 € | - | |
| Reparação de paredes (Rimano, Rotband) | m² | - | ||
| Reboco de paredes (camada de base) | m² | - | ||
| Reboco fino de cal-cimento (Feinputz) | m² | 10,02 € | - | |
| Estuque | m² | 9,43 € | - | |
| Rebocos aplicados à máquina (cal-cimento) | m² | - | ||
| Rebocos de gesso / estuques finos | m² | 7,07 € | - | |
| Rebocos exteriores | m² | 11,80 € | - | |
| Instalação de vergas | unid. | 18,86 € | - | |
| Tapamento de vãos em alvenaria | m² | 29,47 € | - | |
| Construção de chaminé (chamote + cerâmica) | ml | - | ||
| Construção de chaminé tipo Schiedel | ml | - | ||
| Assentamento de tijolos e blocos | ||||
| Construção de parede exterior até 30 cm de espessura | m² | 28,30 € | - | |
| Construção de parede exterior portante | m³ | 76,60 € | - | |
| Construção de parede exterior não portante | m² | 21,20 € | - | |
| Rebocos e fachadas | ||||
| Aplicação de reboco de base (emboço) exterior | m² | 14,14 € | - | |
| Aplicação de reboco de fachada de silicone | m² | 17,68 € | - | |
| Isolamento de fachada com EPS | m² | 29,47 € | - | |
| Azulejos e revestimentos | ||||
| Revestimento de soco com pedra artificial | m² | - | ||
| Revestimento exterior com pedra natural | m² | - | ||
| Revestimento com pedra aparelhada (muros, socos) | m² | - | ||
| Outros trabalhos | ||||
| Outros trabalhos não especificados na especialidade | h | - | ||
Quanto custa consoante a dimensão
| Divisória em alvenaria sem reboco Execução de 20 m² de divisória e aplicação de rede na superfície antes do reboco | 577,40 € |
| Divisória com primário e reboco fino Alvenaria, rede, primário e reboco fino de cal e cimento numa área de 20 m² | 801,40 € |
| Divisória com vão de porta e estuque Alvenaria, rede, primário, estuque em 20 m² e colocação de padieira sobre o vão da porta | 808,46 € |
Preparação antes de levantar a parede
O pedreiro marca a posição e a espessura da parede no pavimento e no teto, de acordo com o projeto. Verifica também como a parede se liga aos vãos de porta e aos elementos vizinhos.
A primeira fiada precisa de uma base nivelada, limpa e resistente. As irregularidades são corrigidas com argamassa de assentamento antes de começar.
Blocos, argamassa e padieiras ficam disponíveis em obra em quantidade suficiente. Assim o trabalho avança sem interrupções e o travamento das fiadas mantém-se contínuo.
Depois de a alvenaria curar, a superfície recebe um primário. O tipo escolhido depende da base e da mistura de reboco a utilizar.
Processo de execução
- 01O pedreiro marca a posição e o alinhamento da parede e assenta a primeira fiada sobre uma camada de argamassa de regularização.
- 02As fiadas seguintes são assentes desencontradas, verificando-se continuamente o prumo, o nível das fiadas e a espessura das juntas.
- 03Sobre portas e janelas coloca uma padieira adequada ao cálculo estrutural e à largura do vão.
- 04A parede concluída precisa de tempo para curar. Quanto tempo depende do material e das condições meteorológicas.
- 05Antes do reboco aplica uma rede de armadura na superfície, sobretudo nas juntas e nas ligações a outros elementos.
- 06A base recebe primário e seca. Depois aplica-se o reboco de base na espessura prevista.
- 07Quando a camada de base ganha presa, aplica-se o reboco fino ou o estuque, que é sarrafeado e alisado.
- 08No fim verifica a planeza, a humidade e a qualidade da superfície, para que pintores ou ladrilhadores possam avançar.
5 erros comuns
Sem camada de regularização sob a primeira fiada, cada irregularidade prolonga-se por toda a altura da parede. No fim é preciso mais reboco para corrigir.
Se as juntas verticais não ficam desencontradas entre fiadas, a parede perde resistência e fissura com mais facilidade.
Rebocar uma parede acabada de levantar, sem a deixar secar, leva a fissuras e a reboco que se descola.
Sem rede nas juntas, nos cantos e nas ligações a outros materiais, as fissuras no reboco surgem mais cedo e voltam sempre a aparecer.
Uma padieira inadequada ou com apoio insuficiente pode fletir e provocar fissuras na alvenaria sobre o vão.
De que se fazem hoje as paredes e as divisórias
Antes de escolher o material, convém fazer uma pergunta simples: o que vai esta parede fazer? Há paredes que suportam lajes, outras que guardam o calor dentro de casa, outras que abafam o barulho dos vizinhos, e muitas divisórias servem apenas para separar uma sala. Cada material responde de forma diferente a estas tarefas e cada um assenta-se também de maneira diferente.
Em Portugal, a maior parte dos edifícios construídos a partir de meados do século passado tem estrutura em betão armado: pilares, vigas e lajes suportam o prédio, e as paredes de alvenaria enchem os espaços entre eles. Nas casas antigas, sobretudo no interior e nos centros históricos, as paredes de pedra ou de tijolo maciço são muitas vezes as que seguram tudo. Esta diferença conta muito quando se pensa em mexer numa parede.
- Tijolo cerâmico furado: o material mais comum no país, em várias espessuras, do tijolo fino para divisórias ao tijolo mais largo para paredes exteriores. Assenta-se normalmente com argamassa tradicional e juntas de cerca de um centímetro. Também existe tijolo retificado, com as faces de assentamento (a de cima e a de baixo) desbastadas, que se assenta com uma camada fina de argamassa. A parede de tijolo é resistente e deixa passar o vapor de água, ou seja, "respira".
- Betão celular: blocos brancos e leves. Cortam-se com facilidade e assentam-se com grande precisão. Isolam muito bem do calor e do frio, mas, por serem leves, abafam pior o som. Para pendurar móveis de cozinha ou prateleiras pesadas, convém usar buchas próprias para betão celular.
- Blocos sílico-calcários: pesados, resistentes e com grande capacidade de carga. É precisamente o peso que os ajuda a abafar o som, por isso usam-se em paredes entre frações e onde o silêncio importa. Sozinhos, porém, isolam pouco termicamente.
- Blocos de betão e blocos de cofragem: próprios para fundações, caves, muros de suporte e muros de vedação. Os blocos de cofragem são ocos: coloca-se a armadura nos vazios e depois enchem-se com betão.
Não convém misturar materiais diferentes na mesma parede sem pensar nisso. Cada um dilata e assenta à sua maneira, e no sítio onde se encontram acaba por aparecer uma fissura. Quando a mistura é inevitável, deve-se reforçar a junção com rede embebida no reboco. O mesmo vale para o encontro entre a alvenaria e os pilares ou vigas de betão, um dos sítios onde as fissuras surgem com mais frequência.
Nas paredes exteriores, a alvenaria sozinha raramente chega para um bom conforto térmico. Por isso é cada vez mais comum revesti-las com ETICS, o chamado capoto, um sistema de isolamento colado e rebocado pelo lado de fora. Para este tipo de melhoria existem periodicamente apoios à eficiência energética, cujas condições convém confirmar junto das entidades que os promovem.
A primeira fiada decide a parede inteira
Os blocos de precisão assentam-se com argamassa-cola ou argamassa de junta fina. Uma junta destas tem apenas alguns milímetros, por isso não permite corrigir desníveis. É por isso que a primeira fiada se assenta em argamassa tradicional e se nivela com todo o cuidado ao longo da parede. Porquê tanto rigor? Qualquer erro na primeira fiada passa para todas as seguintes e, lá em cima, junto ao teto, já é grande. Com tijolo comum o princípio é o mesmo: uma base torta obriga a corrigir em cada fiada e a parede nunca fica certa.
Nas paredes exteriores sobre fundações e nas paredes assentes diretamente sobre o terreno, deve haver por baixo da primeira fiada um corte de capilaridade, ou seja, uma camada impermeável que impede a água do solo de subir pela alvenaria. Na prática, é frequente esquecer esta camada em anexos, garagens ou ampliações de moradias. Passados alguns anos, aparecem manchas de humidade na parte de baixo da parede e o reboco começa a cair.
Os blocos assentam-se desencontrados, isto é, as juntas verticais não podem ficar alinhadas umas por cima das outras. A sobreposição mínima é definida pelo fabricante do sistema; nos blocos correntes são pelo menos alguns centímetros. Se os blocos tiverem macho e fêmea, as juntas verticais não levam argamassa: os blocos simplesmente encaixam uns nos outros.
Divisória num apartamento: como ligá-la às paredes e ao teto
Nas remodelações de apartamentos, as divisórias fazem-se quase sempre em tijolo fino, em betão celular ou em pladur. Normalmente não dá para travar a nova divisória na parede existente, por isso liga-se a ela com ferrolhos ou fitas metálicas colocadas nas juntas horizontais.
Entre o topo da divisória e o teto convém deixar uma folga e enchê-la com um material elástico, por exemplo espuma de poliuretano ou uma fita elástica. A laje dobra ligeiramente com as cargas. Se a divisória ficar encunhada à força por baixo dela, a laje acaba por empurrá-la e a parede fissura. Mais tarde, a junta cobre-se com reboco armado com rede ou com mástique acrílico.
Uma divisória em alvenaria pesa. Em prédios antigos com pavimentos de madeira sobre vigas, convém confirmar primeiro se o soalho aguenta essa carga. Sobre um piso de madeira, uma divisória em pladur costuma ser a escolha mais sensata.
Vãos e lintéis
Por cima de portas e janelas coloca-se um lintel, também chamado padieira ou verga. O lintel segura a alvenaria por cima do vão e passa a carga para as paredes dos lados. Deve ser suficientemente comprido para apoiar bem na alvenaria de cada lado do vão. Numa divisória chega um lintel leve. Num vão aberto numa parede resistente usa-se um lintel estrutural, dimensionado por cálculo por um engenheiro de estruturas.
Quando se quer mexer numa parede resistente
Abrir um vão novo numa parede resistente ou alargar um existente é uma intervenção estrutural. Uma parede resistente segura as lajes e os pisos de cima. Se o vão for aberto sem escoramento e sem o lintel certo, podem surgir fissuras e, por vezes, danos bem mais graves. Antes de um trabalho destes é indispensável um engenheiro de estruturas. É ele quem avalia a parede, define o lintel, a forma de escorar e a ordem dos trabalhos.
Num prédio com estrutura em betão armado, pilares e vigas nunca se cortam nem se furam a eito, mesmo que estejam escondidos dentro de uma parede. Nos edifícios antigos há outros cuidados: nos prédios pombalinos de Lisboa, a gaiola de madeira dentro das paredes faz parte da estrutura e protege o edifício contra sismos, e as paredes de tabique que parecem simples divisórias podem estar a ajudar a suportar os pisos. Na dúvida, a parede deve ser tratada como resistente até um técnico dizer o contrário.
Rebocos: tradicional, de cal, de gesso e de saneamento
O reboco tradicional faz-se por camadas. Primeiro um salpico, que dá aderência, depois o emboço, que endireita a parede, e por fim o reboco de acabamento, que deixa a superfície fina. Hoje usam-se muito as argamassas pré-doseadas e os rebocos projetados de uma só camada, aplicados e alisados de uma vez. Antes de rebocar, colocam-se na parede as mestras ou réguas-guia, pelas quais se puxa o reboco a direito, e cantoneiras nas esquinas, para que as arestas fiquem direitas e resistam às pancadas.
- Reboco de cal e reboco bastardo (cal e cimento): deixa passar o vapor e é resistente. Serve para quartos, casas de banho e fachadas. A cal trava naturalmente o aparecimento de bolores e ajuda a equilibrar a humidade da divisão, o que num clima húmido como o de grande parte do país faz diferença.
- Estuque de gesso: dá uma superfície muito lisa mesmo sem barramento e seca depressa. É próprio para divisões secas. No duche e noutros locais molhados não deve ser usado.
- Reboco de saneamento: pensado para alvenarias húmidas e com sais. Tem poros grandes onde os sais se depositam sem destruir o reboco.
O reboco precisa de tempo para curar. Nas camadas de emboço conta-se, na prática, com cerca de um dia por cada milímetro de espessura, mas o tempo exato vem indicado pelo fabricante na embalagem. Quem pinta ou assenta azulejo cedo demais arrisca manchas, tinta a descascar e fissuras.
Reboco antigo: reparar, barrar ou picar tudo
Numa remodelação, mais cedo ou mais tarde surge a pergunta: o que fazer ao reboco existente? Se estiver firme e bem agarrado à alvenaria, basta reparar as zonas estragadas e barrar a parede. O barramento corrige pequenas irregularidades e deixa uma superfície lisa pronta para pintar. Não há demolição e não é preciso esperar semanas para a parede secar.
Como saber se o reboco está bom? Batendo-lhe levemente. As zonas que soam a oco, diferentes do resto, picam-se e voltam a encher-se. Se grande parte da parede soar a oco, se o reboco se esfarelar ou estiver encharcado, o mais sensato é picá-lo todo e rebocar de novo. Um barramento sobre uma base sem coesão acaba por descolar, levando consigo o reboco antigo.
Nas casas antigas, por baixo de várias demãos de tinta escondem-se muitas vezes caiações e rebocos de terra ou de cal. Um barramento moderno pode não aderir a estas bases. Convém fazer primeiro uma pequena área de teste e, em edifícios históricos, pedir conselho a um técnico de conservação.
Humidade nas paredes de uma casa antiga
Muitas casas antigas, sobretudo as de pedra, não têm corte de capilaridade e a humidade do terreno sobe pelas paredes. Os sinais são conhecidos: manchas húmidas junto ao chão, eflorescências brancas de sais (o salitre) e reboco a cair. Um reboco novo, só por si, não resolve nada. Primeiro é preciso travar a entrada de água, por exemplo com um corte de capilaridade feito à posteriori, injeção química na base da parede ou drenagem em volta da casa.
Também convém distinguir esta humidade da condensação, muito frequente em casas pouco aquecidas e mal ventiladas. A condensação aparece sobretudo nos cantos frios, atrás de móveis e junto às janelas, e trata-se com ventilação, aquecimento e isolamento, não com rebocos especiais.
Um erro comum é tapar uma parede húmida com reboco de cimento ou com tinta impermeável. A humidade deixa de conseguir sair por ali e sobe ainda mais alto na parede. Numa alvenaria antiga e húmida devem usar-se rebocos de cal ou de saneamento, que deixam passar o vapor e permitem à humidade sair.
Assentar alvenaria com frio, calor ou chuva
A argamassa e a argamassa-cola precisam de água para ganhar presa. Se essa água congelar, destrói a estrutura da argamassa e a junta perde resistência. Por isso não se deve trabalhar abaixo da temperatura indicada pelo fabricante, normalmente à volta de 5 °C, nem com blocos gelados. No interior e nas zonas altas do país, as manhãs de inverno chegam a esses valores. No verão o problema é o contrário: sol forte e vento secam a argamassa depressa demais, por isso convém molhar os tijolos antes de assentar, quando o fabricante o recomenda, e proteger o trabalho fresco. A alvenaria acabada de fazer deve ficar tapada durante a noite e sempre antes da chuva, que lavaria a argamassa e encharcaria o topo da parede.
Guia de bricolage: reparar reboco caído numa área pequena
Se o reboco caiu apenas num ponto pequeno, por exemplo depois de arrancar uma bucha ou junto a um aro de porta, a reparação pode ser feita sem chamar ninguém. Basta um martelo pequeno, uma escova, argamassa de reparação, uma talocha e alguma paciência.
- Picar com o martelo todo o reboco solto à volta da zona danificada, até a borda ficar firme.
- Limpar a alvenaria com a escova e humedecê-la, para que o reboco novo não seque depressa demais.
- Numa zona mais funda, aplicar a argamassa de reparação em camadas e deixar cada camada puxar antes da seguinte.
- Puxar a última camada com uma régua ou com a talocha, à face da parede envolvente.
- Quando a argamassa começar a ganhar presa, afagar a superfície com a talocha humedecida ou com uma talocha de esponja, para que a textura fique igual à da parede.
- Numa fissura no encontro de materiais diferentes ou por cima de uma porta, embeber na argamassa ainda fresca uma tira de rede de fibra de vidro.
- Deixar a reparação curar o tempo indicado na embalagem, aplicar primário e pintar.
- Se o reboco voltar a cair na parte de baixo da parede, procurar a causa na humidade da alvenaria.
O que verificar na receção da alvenaria e dos rebocos
- as paredes estão a prumo e direitas, verificadas com nível e com uma régua comprida,
- a alvenaria está desencontrada e as juntas verticais não ficam alinhadas,
- por cima dos vãos há lintéis com apoio suficiente na alvenaria de ambos os lados,
- a folga entre a divisória e o teto está cheia com material elástico,
- os encontros entre alvenaria e betão estão reforçados com rede,
- o reboco está direito, sem fissuras, sem zonas ocas e sem marcas de régua, e as arestas estão direitas,
- numa intervenção numa parede resistente, existe o projeto ou parecer escrito do engenheiro de estruturas.
Perguntas frequentes
Uma divisória até 12,5 cm de espessura, em tijolo ou Ytong, custa segundo a tabela atual <strong>21,20 € por m² de mão de obra</strong>. Blocos, argamassa e acabamento são pagos à parte.
A divisória apenas separa espaços e não suporta cargas, enquanto a parede resistente recebe as cargas da estrutura acima. Uma parede até 30 cm custa 28,30 € por m² e é sempre executada de acordo com o projeto.
Sobretudo onde há risco de fissuras, ou seja, nas juntas, nos cantos e nas ligações a outros materiais. A aplicação de rede custa 7,66 € por m².
Normalmente de alguns dias a várias semanas, conforme o tipo de bloco, a espessura da parede e o tempo. Rebocar cedo demais aumenta o risco de fissuras.
Depende sobretudo do que vai ser aplicado a seguir. O reboco fino é indicado para pintura ou azulejo. O estuque fica mais liso e acetinado e pode ficar como acabamento final, sem pintura adicional. O estuque custa 9,43 € por m².
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