Remodelação da casa de banho: o plano semana a semana e como sobreviver a ela

Equipa NUMIQPublicado: Atualizado: 11 min
Casa de banho em remodelação com canalizações à vista, impermeabilização aplicada e azulejos prontos a assentar
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Remodelar a casa de banho não são apenas uns dias de barulho e está feito. A obra tem a sua ordem, os seus tempos de espera e alguns momentos em que ninguém avança sem si. Este guia acompanha todo o processo, para que saiba o que acontece amanhã e daqui a duas semanas.

Índice do artigo
  1. Em resumo
  2. Quanto tempo demora remodelar uma casa de banho
  3. Antes da primeira martelada: o que decidir com antecedência
  4. Escolha o empreiteiro e marque a data
  5. Encomende as loiças antes de começar a demolir
  6. Pontos de água, torneiras e corpos de encastrar
  7. Licenças e administração do condomínio
  8. Vizinhos, condomínio e regras do prédio
  9. Como viver sem casa de banho
  10. A remodelação da casa de banho semana a semana
  11. Semana 0: última verificação
  12. Semana 1: demolição e canalizações
  13. Semana 2: paredes, rebocos, betonilha e impermeabilização
  14. Semana 3: azulejos e pavimento
  15. Semana 4: montagem final e limpeza
  16. Impermeabilização: onde mais se erra na prática
  17. Até onde deve ir a impermeabilização
  18. Como se aplica corretamente
  19. O que acontece na prática
  20. Onde se espera: os tempos técnicos
  21. O que fotografar antes de fechar
  22. Quando tem de estar presente
  23. Onde o calendário encrava e como evitá-lo
  24. O que mais gera discussões entre clientes e profissionais
  25. Lista de verificação na entrega
  26. De que depende o preço da remodelação da casa de banho
  27. Quanto vai custar e como fazer as contas
  28. Artigos relacionados

Em resumo

A obra propriamente dita numa casa de banho comum demora, em média, duas a quatro semanas, e mais quando há grandes alterações. Antes disso, porém, são precisas semanas de preparação: escolher as loiças, encomendá-las e decidir onde ficam os pontos de água. O que mais tempo consome não é a demolição, mas a espera pela secagem e pelo material que não chegou. Quem decide a tempo e tem tudo em casa antes do arranque volta mais cedo a tomar duche na sua própria casa de banho. Este artigo trata do processo e do calendário da obra. Os preços atualizados de mão de obra e materiais, consoante a dimensão dos trabalhos, encontram-se na página Remodelação de casa de banho.

Quanto tempo demora remodelar uma casa de banho

A resposta honesta é: depende. Uma casa de banho pequena num apartamento, sem mudar os esgotos de sítio, costuma andar mais depressa do que uma casa de banho numa moradia, onde se deitam paredes abaixo e se puxam novas canalizações por meia casa. Como referência:

  • Preparação e escolhas: duas a seis semanas antes do início. Pode ser mais, se passar três fins de semana a escolher azulejos.
  • A obra em si: normalmente duas a quatro semanas, num trabalho de dimensão habitual.
  • Margem: pelo menos alguns dias extra. Sem ela, o calendário porta-se como a previsão do tempo.

A duração não depende só da habilidade de quem executa. Depende também dos tempos técnicos que o fabricante dos materiais impõe e de tudo estar pronto no dia em que é preciso. Um único sifão em falta pode parar toda a montagem final.

Antes da primeira martelada: o que decidir com antecedência

Esta é a fase mais silenciosa, mas a mais importante. O que não decidir agora vai ter de decidir no meio do pó, à pressa e com o profissional à espera de berbequim na mão.

Escolha o empreiteiro e marque a data

Os bons profissionais têm muitas vezes a agenda cheia com meses de antecedência. Contacte-os cedo, compare orçamentos e combine quem faz o quê. Na escolha, ajuda o artigo sobre como contratar o empreiteiro de remodelações certo. Pergunte também se o empreiteiro faz tudo com a sua equipa ou se chama à parte o canalizador, o eletricista e o ladrilhador. Disso depende a fluidez com que as fases se sucedem.

Encomende as loiças antes de começar a demolir

Banheira, resguardo de duche, sanita suspensa, bidé, lavatório com móvel, torneiras. Alguns artigos estão em stock, outros têm prazos de entrega de várias semanas. Os azulejos de uma série específica também podem não estar logo disponíveis, e uma caixa encomendada mais tarde pode ter um tom ligeiramente diferente. O ideal é ter tudo em casa, ou pelo menos a entrega confirmada, antes do início da obra. Verifique o material logo na entrega, e não só no dia da montagem.

Pontos de água, torneiras e corpos de encastrar

As canalizações fazem-se em função de produtos concretos. O profissional precisa de saber:

  • que tipo de torneira quer no lavatório, no bidé, na banheira e no duche (de bancada, de parede, encastrada),
  • as medidas exatas e as alturas de montagem do corpo de encastrar do duche e do autoclismo da sanita suspensa, segundo o fabricante,
  • onde ficam a máquina de lavar, a máquina de secar, o radiador ou o toalheiro elétrico,
  • se o esquentador ou o termoacumulador fica na casa de banho e onde, porque isso define pontos de água, gás ou eletricidade,
  • onde quer tomadas, pontos de luz e interruptores.

Se mudar de ideias depois de as canalizações estarem tapadas, é preciso abrir uma parede acabada. Ninguém gosta disso, muito menos a sua carteira e os seus azulejos novos.

Licenças e administração do condomínio

Se mexer em paredes estruturais ou em canalizações comuns, confirme junto da câmara municipal se é necessária alguma comunicação ou licença. Num prédio, avise antecipadamente a administração do condomínio, sobretudo se houver alterações na coluna de água ou no tubo de queda.

Vizinhos, condomínio e regras do prédio

Uma casa de banho não se remodela numa cápsula isolada. As marteladas ouvem-se no andar de cima, no de baixo e até na entrada ao lado. Alguns passos poupam muitos nervos:

  • Conheça as regras. As regras sobre ruído em edifícios de habitação limitam as obras barulhentas aos dias úteis, durante o dia, e o regulamento do condomínio pode ser ainda mais restritivo.
  • Avise os vizinhos. Afixe um aviso na entrada ou no elevador com a duração prevista da obra, as datas mais ruidosas e o seu contacto. As pessoas aguentam melhor o barulho quando sabem quando acaba.
  • O corte de água na coluna combina-se com antecedência com a administração. Normalmente é preciso avisar os outros apartamentos ligados à mesma coluna.
  • Elevador e escadas protegem-se com plástico ou cartão. O entulho desce em sacos, não solto nos braços.
  • Os resíduos de obra não vão para os contentores do lixo doméstico. Encomende um contentor ou um saco de entulho, ou leve-os ao ecocentro segundo as regras do seu município, que muitas vezes só aceita pequenas quantidades.

Como viver sem casa de banho

É a parte que mais facilmente se esquece no planeamento. Algumas semanas sem duche, e por vezes sem sanita, são muito tempo.

  • Duche noutro sítio. Pais, amigos, ginásio, piscina. Há quem marque logo as férias para a fase mais difícil.
  • Sanita. Se tiver um segundo WC que não vai ser remodelado, está com sorte. Se a sanita está na casa de banho em obra, combine com o profissional se pode manter-se a funcionar o mais tempo possível ou ser ligada provisoriamente. Caso contrário, resta uma sanita química ou a hospitalidade da família. Se for remodelar também o WC, veja o que implica a remodelação de WC.
  • Pó. A demolição e o lixar espalham-no por toda a casa. Cubra os móveis, vede a porta da casa de banho com plástico e retire do corredor o que não quer ver cinzento.
  • Água para se lavar. O lava-loiça da cozinha passa de repente a ser o lavatório da família. Se o profissional fechar a água de toda a casa, tenha alguns garrafões de reserva.

A remodelação da casa de banho semana a semana

O quadro seguinte é indicativo e pressupõe uma casa de banho comum sem grandes mudanças de disposição. As fases podem sobrepor-se ou prolongar-se conforme a dimensão da obra e o que o fabricante dos materiais prescrever.

Semana 0: última verificação

As loiças estão em casa ou confirmadas, os azulejos também. Os vizinhos sabem, a administração sabe, as escadas estão protegidas. Esvazie a casa de banho até ao último frasco de champô. O profissional não tem de embalar o seu stock de cosmética.

Semana 1: demolição e canalizações

Os primeiros dias são para desmontar as loiças, picar os azulejos e levar o entulho. É a parte mais barulhenta e com mais pó, por isso vale a pena respeitar os horários permitidos. O que inclui exatamente a demolição depende de se retirar só o revestimento ou de se ir até à parede em bruto. Logo a seguir vêm as redes. O canalizador instala novos tubos e esgotos, as canalizações e esgotos fazem-se segundo os pontos de água que confirmou, e segue-se o ensaio de pressão. O eletricista prepara os cabos para a iluminação, as tomadas e um eventual piso radiante. A instalação elétrica só pode ser feita por um eletricista credenciado, e na casa de banho há regras rigorosas por zonas, explicadas no artigo sobre as zonas e os aparelhos permitidos na casa de banho. Se houver gás na casa de banho, como um esquentador, qualquer intervenção cabe exclusivamente a um técnico de gás habilitado.

Semana 2: paredes, rebocos, betonilha e impermeabilização

Se for construída uma parede técnica ou uma nova divisória, é agora. Os roços das canalizações são tapados, as paredes regularizadas e o pavimento pode levar uma nova betonilha. E aqui chega a primeira grande espera. Rebocos, barramentos e betonilhas têm de secar, caso contrário não se pode colar nada por cima. Depois aplica-se a impermeabilização, regra geral em duas demãos, com banda nos cantos e golas à volta das passagens de tubos. É um passo que não se vê, mas decide se daqui a uns anos terá de explicar ao vizinho de baixo uma mancha no teto. Saiba mais sobre como se faz a impermeabilização da casa de banho.

Semana 3: azulejos e pavimento

Finalmente a casa de banho começa a parecer uma casa de banho. O ladrilhador assenta o pavimento e o revestimento, resolve os cortes à volta dos pontos de água e os remates. Depois da colagem há uma pausa antes de betumar as juntas, conforme o fabricante da cola, normalmente pelo menos um dia. A seguir o betume e nova espera até a junta endurecer.

Semana 4: montagem final e limpeza

Montam-se a sanita, o bidé, o lavatório, as torneiras, o resguardo, os móveis, a iluminação e o espelho. O eletricista coloca interruptores e tomadas. No fim vem o silicone, que também precisa de tempo antes do primeiro duche. Depois limpeza, remoção dos últimos resíduos e entrega da obra.

Impermeabilização: onde mais se erra na prática

Azulejos e juntas não são estanques. A água só é travada pela camada impermeabilizante por baixo deles, e é precisamente essa que mais aparece nas reclamações sobre casas de banho. As fichas técnicas dos fabricantes de impermeabilizantes e colas e a literatura técnica da especialidade descrevem sempre os mesmos problemas.

Até onde deve ir a impermeabilização

  • Pavimento: toda a área da casa de banho, subindo pelas paredes em todo o perímetro cerca de 15 a 20 cm, para formar uma espécie de tina.
  • Duche: paredes até acima do chuveiro, num duche sem resguardo pode ir até ao teto.
  • Banheira: paredes à volta da banheira pelo menos 20 cm acima do rebordo e um pouco na parede vizinha.
  • Lavatório: a zona dos salpicos, normalmente até 1,2 a 1,5 m de altura.
  • Passagens: cada tubo, saída de torneira, ralo e ralo linear leva uma gola de vedação, cada canto e junção parede-pavimento uma banda de vedação.

Como se aplica corretamente

A membrana líquida aplica-se em duas demãos, a segunda cruzada em relação à primeira, e as bandas embebem-se na primeira demão ainda fresca. A espessura mínima seca depende do tipo de material. As orientações técnicas para impermeabilizações líquidas indicam, por exemplo, 0,5 mm nos produtos em dispersão, 1,0 mm nas resinas reativas e 2,0 mm em duas demãos nas argamassas cimentícias. Os valores exatos e o intervalo entre demãos estão na ficha técnica do produto. O suporte absorvente leva primeiro um primário, sobre azulejo antigo usa-se uma ponte de aderência. A pendente para o ralo faz-se logo na betonilha, e não com uma camada mais grossa de cola por baixo do pavimento.

O que acontece na prática

  • Só os cantos estão impermeabilizados. As bandas nos cantos existem, mas as paredes do duche ficaram sem membrana.
  • Corpo de encastrar esquecido. O fabricante fornece com o corpo da misturadora uma gola de vedação, que muitas vezes não é usada.
  • Ralo linear sem ligação. O ralo está colocado, mas a sua banda de vedação não foi integrada na impermeabilização.
  • Furos feitos depois. Os furos para prateleiras, suporte do resguardo ou perfis não são vedados e a água encontra caminho para dentro da parede ao longo do parafuso.
  • Só silicone à volta da banheira. A banheira ou a base de duche é colocada sem banda de vedação no perímetro e toda a proteção fica entregue ao silicone, que com o tempo racha.
  • Assentamento sobre suporte húmido. A membrana ou a betonilha ainda não secaram e o ladrilhador já cola para cumprir o prazo.

Para colar azulejo sobre a impermeabilização usa-se cola flexível, nas paredes da classe C2, e no pavimento recomenda-se cola deformável S1. Os cantos e a junção com a banheira não se preenchem com betume de juntas, mas com silicone sanitário. Como se executa a impermeabilização da casa de banho é explicado em detalhe numa página própria.

Onde se espera: os tempos técnicos

A pergunta mais frequente durante a obra é: porque é que hoje não veio ninguém. A resposta costuma ser prosaica. Há qualquer coisa a secar.

  • Rebocos e barramentos precisam de secar conforme a espessura e as condições do espaço.
  • As betonilhas são normalmente as mais demoradas. Nas cimentícias podem ser semanas, e as argamassas de presa rápida encurtam o tempo segundo os dados do fabricante.
  • Primário e impermeabilização têm entre demãos o intervalo indicado pelo fabricante na embalagem.
  • A cola por baixo dos azulejos tem de ganhar presa antes do betume.
  • O silicone precisa de tempo antes de levar com água.

Estas pausas não se saltam sem risco. Um profissional que promete impermeabilização e azulejo no mesmo dia ou usa sistemas rápidos específicos ou está a arriscar. Pergunte qual das duas.

O que fotografar antes de fechar

O telemóvel é o seu melhor aliado durante a obra. As fotografias da fase em que as canalizações ainda estão à vista vão dar jeito quando quiser furar para uma prateleira ou tiver de reclamar.

  • todas as paredes com tubos de água e esgoto, de preferência com uma fita métrica no enquadramento,
  • os percursos dos cabos elétricos e as caixas,
  • o ensaio de pressão, se possível com o manómetro,
  • a impermeabilização com os cantos, bandas e golas à volta do ralo e das passagens,
  • o autoclismo e o corpo de encastrar do duche antes de serem tapados,
  • as etiquetas e referências dos materiais usados.

Guarde as fotografias numa pasta à parte, com um nome que encontre daqui a cinco anos. Por exemplo "casa de banho canalizações", e não "IMG_monte".

Quando tem de estar presente

O profissional não precisa que o observe por cima do ombro o dia inteiro. Mas há momentos em que a sua presença evita muitos problemas:

  1. O primeiro dia. Revêm juntos o plano, mostra onde estão a torneira de segurança e o quadro elétrico, e combinam onde fica guardado o material.
  2. Antes de tapar as canalizações. Confirma a posição dos pontos de água, das tomadas e dos corpos de encastrar. Agora muda-se com facilidade, daqui a uma semana já não.
  3. No início do assentamento. Confirma por onde se começa, como correm as juntas, onde ficam os cortes e onde os remates. O ladrilhador não lê pensamentos, embora alguns estejam quase lá.
  4. Nas entregas de material. Alguém tem de receber e verificar as encomendas.
  5. Na entrega da obra. Abre a água, puxa o autoclismo, verifica pendentes e silicones e testa a iluminação.

Onde o calendário encrava e como evitá-lo

A maioria dos atrasos não nasce da preguiça. Nasce de pormenores que podiam ter sido resolvidos antes.

  • Material em falta. As loiças ou os azulejos não chegaram. Solução: encomendar com antecedência e ter tudo em casa antes do início.
  • Cliente indeciso. Ainda está a escolher a torneira quando o canalizador já devia ter terminado. Solução: tomar todas as decisões sobre pontos de água antes das canalizações.
  • Surpresa por trás do azulejo. Tubos velhos corroídos, paredes tortas, humidade. Solução: contar com margem de tempo e combinar como se tratam os trabalhos imprevistos.
  • Os profissionais não se encontram. O eletricista não tem disponibilidade quando devia vir. Solução: perguntar de antemão quem coordena as datas.
  • Impaciência na secagem. Encurtar os tempos paga-se, só que mais tarde e mais caro.
  • Água na coluna. A administração não avisou a tempo do corte. Solução: marcar a data com antecedência.

Um bom calendário não é o mais curto. É o que conta com a possibilidade de alguma coisa correr de outra forma.

O que mais gera discussões entre clientes e profissionais

  • O que está incluído no preço. Remoção de entulho, impermeabilização, silicones, montagem de loiças, portas de visita. O que não está escrito no orçamento pode aparecer como trabalho a mais.
  • Surpresa por trás do azulejo. Tubos corroídos ou parede húmida depois da demolição. Combine antes que qualquer trabalho deste tipo lhe é mostrado e orçamentado antes de começar.
  • Cortes e juntas. Tiras estreitas de azulejo junto ao teto ou num canto, juntas que não coincidem entre parede e pavimento. Aprove a distribuição do azulejo antes da colagem, não depois.
  • Pendente. A água fica parada no duche ou corre para a porta. A pendente verifica-se facilmente: despeje um balde de água e veja para onde vai.
  • Quem responde pelo quê. Quando canalizador, eletricista e ladrilhador não são da mesma empresa, cada um pode atribuir o erro ao outro. As fotografias de cada fase são a melhor prova numa discussão destas.

Lista de verificação na entrega

  • Tem fotografias das canalizações, do ensaio de pressão e da impermeabilização, incluindo bandas e golas?
  • Tem o registo do ensaio de pressão e, numa instalação elétrica nova, a declaração do eletricista responsável pela execução?
  • A água do duche e do pavimento escoa para o ralo sem ficar parada em lado nenhum?
  • Os silicones são contínuos, sem falhas e sem betume nos cantos?
  • Ao bater nos azulejos o som é uniforme, sem zonas ocas nem peças soltas?
  • As torneiras não pingam, o autoclismo não deixa correr água depois da descarga, os sifões debaixo do lavatório estão secos?
  • A iluminação, as tomadas e o exaustor funcionam, e o diferencial do quadro dispara no teste?
  • As portas de visita estão acessíveis e abrem?
  • Tem o certificado de garantia, os manuais e as guias de remessa das loiças e da impermeabilização?

De que depende o preço da remodelação da casa de banho

O preço final depende mais da dimensão dos trabalhos do que do tamanho da casa de banho. O que mais pesa:

  • a demolição e a remoção do entulho, sobretudo se se for até à parede em bruto,
  • as novas redes de água, esgotos e eletricidade e a eventual mudança de sítio das loiças,
  • betonilha, regularização das paredes e impermeabilização, cuja extensão só se percebe depois da demolição,
  • a área e o formato do azulejo: grandes formatos e cortes complexos significam mais trabalho,
  • os sistemas encastrados (sanita suspensa, misturadora encastrada, ralo linear) face às soluções clássicas,
  • as loiças e acessórios, que normalmente o cliente escolhe e paga.

Quanto vai custar e como fazer as contas

O processo já conhece, falta o orçamento. Quanto custam mão de obra e materiais, que diferença há entre apartamento e moradia, quando faz sentido um duche em vez da banheira e o que vigiar na impermeabilização e na entrega, encontra na página sobre quanto custa a remodelação de casa de banho. Se quiser medir a casa de banho, calcular as áreas e saber ler o orçamento do profissional, ajuda o guia sobre como calcular a remodelação da sua casa de banho. Na aplicação NUMIQ pode depois preparar um orçamento item a item e compará-lo com as propostas que receber. Os profissionais, por sua vez, montam nela rapidamente um orçamento que o cliente percebe.

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