Preçário 2026 · Portugal

Substituição do detentor (válvula de retorno) do radiador

O detentor é a válvula discreta do lado oposto à válvula termostática, na saída de água do radiador, a chamada válvula de retorno. Não tem manípulo para regular a temperatura. Por isso a maioria das pessoas só repara nele quando começa a pingar

Atualizado 09/2026·13 min read·34 price list items
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Aquecimento e ar condicionado34 itens

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ArtigoUnidadePreço / un.QuantidadeTotal
Trabalhos de Aquecimento
Substituir válvula de retornounid.23,75 €-
Remover e reinstalar radiador (completo)unid.225,00 €-
Remover caldeira a gás / elétricaunid.137,50 €-
Remover cilindro de água quenteunid.136,25 €-
Instalar e ligar radiador de painelunid.-
Instalar radiador toalheiro de casa de banhounid.150,00 €-
Assentar painel de isolamento para piso radiantem²4,40 €-
Instalação de tubagem de piso radiantem5,65 €-
Instalar distribuidor de piso radianteunid.-
Instalar caldeira de condensação a gásunid.-
Instalar válvula termostática de radiador (TRV) e cabeçaunid.23,75 €-
Ligação equipotencial / ligação à terra do sistema de aquecimentounid.-
Substituir válvula termostática de radiador (TRV)unid.23,75 €-
Instalar bomba de circulaçãounid.-
Pré-cablagem para ligação de termóstato inteligenteunid.-
Instalar e ligar separador de circuitos hidráulicosunid.-
Instalar vaso de expansãounid.67,50 €-
Instalar tubagem de recirculaçãounid.-
Instalar bomba de água quente sanitária (AQS) / recirculaçãounid.-
Fazer rosca em tubagemunid.68,75 €-
Soldar a chama tubagem metálicaunid.25,00 €-
Teste de pressão do sistema de aquecimentoh162,50 €-
Drenar sistema de aquecimentounid.-
Encher, purgar e equilibrar sistema de aquecimentoh87,50 €-
Tubagem para radiadoresml11,25 €-
Lavar e limpar sistema de aquecimento existenteh62,50 €-
Congelamento de tubagemunid.62,50 €-
Tamponar ligações de radiadorunid.81,25 €-
Encher sistema de aquecimentounid.-
Abrir roços para tubagens de aquecimento no chãoml30,00 €-
Embutir tubagens de aquecimento no chãoml8,15 €-
Instalar suporte de radiadorunid.21,25 €-
Instalar válvulas de radiadorunid.21,25 €-
Pressurizar e purgar radiadorunid.15,00 €-
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Para que serve o detentor e porque avaria

A função da válvula

A água quente da caldeira ou da bomba de calor entra no radiador pela ida, onde costuma estar a válvula termostática com a respetiva cabeça. A água já arrefecida sai pelo retorno e volta ao gerador de calor. É no retorno que fica o detentor. Tem duas funções:

  • permite fechar o radiador e, com a ida também fechada, desmontá-lo sem esvaziar todo o aquecimento,
  • permite a pré-regulação, ou seja, limitar o caudal de água que passa pelo radiador, para que os radiadores mais próximos da caldeira não "roubem" a água quente aos mais afastados.

A pré-regulação faz-se com um parafuso interior, normalmente com uma chave Allen, por baixo da tampa do detentor. O dono da casa não lhe mexe durante o ano. Quem a acerta é o técnico de aquecimento quando equilibra a instalação, e a partir daí a válvula trabalha anos em silêncio.

Porque se substitui

  • Pinga na haste, o ponto onde o parafuso de manobra sai do corpo da válvula. O empanque ou o o-ring perdem elasticidade com o tempo.
  • Há fuga na porca de união entre a válvula e o radiador, sobretudo ao fim de muitos anos ou depois de um aperto mal feito.
  • A válvula não fecha, ou fecha mas deixa passar água, porque a sede está cheia de depósitos.
  • O corpo está rachado, por exemplo depois de congelar numa casa sem aquecimento no inverno, algo que acontece em moradias de segunda habitação no interior e nas zonas de serra.
  • Vai ser trocado o radiador e o detentor antigo já não serve pela medida ou pelo tipo de ligação.
  • Ao equilibrar a instalação, descobre-se que o detentor antigo não tem pré-regulação.

Na prática acontece muito o detentor ficar anos sem ser manobrado. Na primeira tentativa de o fechar, a haste roda mas a água continua a passar, ou começa a pingar precisamente na haste. É uma boa razão para fechar e abrir estas válvulas de vez em quando, mesmo sem haver nada para reparar.

Detentor, válvula termostática ou montagem de válvulas: qual é o trabalho certo

Na tabela de preços há três trabalhos parecidos que se confundem com facilidade. A diferença está no lado do radiador que se trata e na extensão do trabalho.

  • Substituição do detentor (esta página): troca-se uma peça no retorno, sem cabeça termostática. A válvula termostática da ida fica onde está. Serve quando o problema está só deste lado e a ida está em bom estado.
  • Substituição da válvula termostática: trata o lado da ida, o corpo da válvula termostática e, normalmente, também a cabeça. É outra peça, com outra função e outra regulação.
  • Montagem de válvulas do radiador: colocação das válvulas num radiador novo ou numa tubagem nova, em regra dos dois lados ao mesmo tempo, muitas vezes com a ligação à tubagem feita de raiz.

Quando basta o detentor? Quando a válvula termostática é mais recente, veda e regula bem. Se a válvula da ida tem a mesma idade e o mesmo estado que o detentor, convém pensar em trocar as duas de uma vez. A parte mais trabalhosa é isolar e esvaziar o circuito e depois enchê-lo e purgá-lo, e isso faz-se uma só vez, quer se troque uma válvula quer se troquem duas. Também não convém misturar uma peça nova com outra muito antiga sem pensar: uma válvula termostática nova de outro fabricante pode ter um comprimento de montagem diferente e obrigar a ajustar a tubagem dos dois lados.

Um caso especial são os radiadores com ligação inferior central, em que a ida e o retorno passam por uma única válvula dupla, conhecida como válvula em H. Aí o detentor não se troca à parte: substitui-se o conjunto inteiro. Quem tem um radiador assim deve avisar antes, para o técnico trazer a peça certa.

O que preparar antes da chegada do técnico

Numa moradia

Numa moradia com caldeira ou bomba de calor própria, o esvaziamento e o enchimento do circuito dependem só do dono da casa, o que facilita marcar o dia. Ajuda ter preparado:

  • acesso livre ao radiador, móveis afastados e cortinados apanhados,
  • a cobertura do radiador ou o tampo de parapeito retirados, se impedirem o acesso,
  • a informação se o circuito tem só água ou anticongelante com glicol, comum em algumas bombas de calor, ou um inibidor,
  • um sítio onde despejar a água e acesso à torneira de esvaziamento,
  • uma fotografia do detentor e das inscrições que tiver, se houver interesse em enviá-la antes.

O anticongelante não se despeja no esgoto. Recolhe-se em recipientes e normalmente volta a ser usado, ou repõe-se com produto novo segundo as indicações do fabricante. Convém contar com isso no planeamento, porque a recolha leva tempo e exige recipientes suficientes.

Num apartamento

Na maior parte dos apartamentos em Portugal o aquecimento central é individual, com caldeira mural a gás ou bomba de calor da própria fração. Nesse caso o trabalho é igual ao da moradia, com um cuidado a mais: uma fuga durante a troca pode passar para o andar de baixo, por isso o pavimento deve ficar bem protegido.

Em prédios com aquecimento central coletivo, a tubagem é comum e o esvaziamento é tratado pela administração do condomínio ou pela empresa de manutenção. Se o radiador não fechar com segurança dos dois lados, é preciso esvaziar a coluna montante inteira, o que afeta também os vizinhos de cima e de baixo. Por isso convém:

  • combinar a data com a administração do condomínio com antecedência, de preferência fora da época de aquecimento,
  • saber quem esvazia e enche a coluna e quem purga os radiadores dos vizinhos,
  • perguntar se o prédio usa um tipo de válvula definido por causa do equilíbrio da instalação ou de repartidores de custos de aquecimento.

Uma alternativa a esvaziar a coluna é a congelação da tubagem. Com um aparelho próprio, o técnico forma um tampão de gelo dentro do tubo e troca a válvula sem esvaziar. Funciona em cobre e aço de diâmetros correntes, em plástico normalmente não, e nem todos os técnicos têm o equipamento.

Tipos de detentor e como escolher a peça de substituição

Forma: direito ou de esquadria

O detentor de esquadria usa-se quando o tubo vem da parede ou do chão em ângulo reto com a ligação do radiador. O direito usa-se quando o tubo chega alinhado com a ligação, normalmente pelo lado. A peça nova deve ter a mesma forma, senão é preciso refazer a tubagem. Nos radiadores de alumínio e de painel com tubos a sair do chão predominam os de esquadria. Nos radiadores antigos de ferro fundido com tubos a sair da parede são mais comuns os direitos.

Ligação à tubagem

  • Tubo de aço roscado: válvula com rosca fêmea, normalmente de meia polegada. Veda-se com linho e pasta vedante ou com fio vedante.
  • Tubo de cobre: válvula com rosca macho e ligação de compressão com anel para o diâmetro do tubo.
  • Tubo de plástico e multicamada: na maioria dos casos ligação eurocone, com acessório para a medida e o tipo exatos do tubo. Aqui não se usa linho nem fita: quem veda é o cone e o o-ring.

Rácor do lado do radiador

A ligação ao radiador faz-se através de um rácor, que se enrosca no radiador, e a válvula aperta-se a ele com a porca de união. O rácor vem com a válvula nova e, em regra, troca-se também. O antigo pode ter a superfície de vedação gasta e a válvula nova pode não assentar bem nele.

Funções adicionais

  • Pré-regulação: hoje é o normal, mas nos detentores antigos não é garantida. Se a instalação vai ser equilibrada, é indispensável.
  • Esvaziamento: alguns detentores têm uma pequena torneira que permite esvaziar o radiador para uma mangueira. Ajuda muito quando mais tarde for preciso desmontar o radiador.
  • Fecho sem perder a regulação: os detentores de melhor qualidade separam o fecho da pré-regulação, por isso depois de fechar e abrir não é preciso voltar a acertar.

O ponto que merece mais atenção é o comprimento de montagem, a distância entre o radiador e a ligação ao tubo. Se o detentor novo for mais comprido ou mais curto do que o antigo, o tubo deixa de encaixar. Em cobre e plástico corrige-se dobrando ou cortando o tubo, em aço muitas vezes só refazendo um troço. Vale a pena medir o detentor antigo e escolher um com medidas parecidas.

Como decorre a substituição, passo a passo

  1. Avaliação: o técnico confirma o tipo de válvula, o material da tubagem e se a válvula termostática da ida fecha. Se nem a ida fechar, é preciso esvaziar uma parte maior do circuito.
  2. Registo da pré-regulação: antes de desmontar, conta-se quantas voltas tinha o detentor antigo, para acertar o novo de forma semelhante. Se a instalação foi equilibrada com base num cálculo, convém ter os valores à mão.
  3. Paragem e isolamento: desliga-se a caldeira, deixa-se arrefecer e fecha-se a ida. Depois, consoante o caso, esvazia-se o radiador, o ramal ou o circuito inteiro, ou congela-se o tubo.
  4. Desmontagem: desaperta-se a porca de união junto ao radiador e a ligação ao tubo. Nas válvulas antigas é essencial segurar o tubo e o rácor com uma segunda chave, para não torcer o tubo dentro da parede nem soltar outra junta.
  5. Remoção do rácor antigo: faz-se com uma chave própria. Se estiver preso, ajuda um aquecimento cuidadoso ou um desbloqueante, nunca força bruta sobre o radiador.
  6. Limpeza: as roscas do radiador e do tubo limpam-se de restos de vedante e ferrugem. Verifica-se se a rosca do tubo não está danificada.
  7. Montagem do rácor novo e do detentor: o rácor veda-se conforme o tipo, com o-ring ou com vedante de rosca. Liga-se a válvula ao tubo e aperta-se a porca de união com sensibilidade.
  8. Enchimento e purga: abre-se a ida e o detentor novo, enche-se o circuito, purga-se o radiador e, se for preciso, os restantes. Repõe-se a pressão no valor indicado pelo fabricante da caldeira.
  9. Verificação de estanquidade e regulação: as juntas verificam-se a frio e depois com o aquecimento a funcionar. Acerta-se a pré-regulação e coloca-se a tampa.

O que facilita e o que complica o trabalho

Caso simples

  • A válvula termostática da ida fecha bem e só se esvazia o radiador.
  • A tubagem é de cobre ou plástico e pode ser ajustada ligeiramente.
  • O detentor novo tem o mesmo comprimento de montagem que o antigo.
  • O radiador está acessível, sem coberturas nem móveis encastrados.
  • O circuito tem água limpa, sem anticongelante.

Caso complicado

  • Tubo de aço antigo com roscas presas. Há risco de a rosca do tubo se estragar na desmontagem e ser preciso cortar um troço, abrir rosca nova ou usar uma peça de transição.
  • Rácor preso no radiador, nada raro em radiadores antigos de aço ou ferro fundido.
  • A ida não fecha, por isso é preciso esvaziar o circuito inteiro ou a coluna.
  • Apartamento num prédio com aquecimento coletivo, em que se espera pela administração e se purgam também as frações vizinhas.
  • Lamas e depósitos no circuito que se soltam ao abrir e entopem o detentor novo. Nesse caso convém lavar o circuito e verificar o filtro junto à caldeira, se existir.
  • Tubos embutidos na parede mesmo junto ao radiador, sem folga para ajustar.

Quanto tempo demora

A troca de um detentor com medidas compatíveis leva normalmente uma a duas horas. Mais tempo vai para esvaziar, encher e purgar, sobretudo quando se esvazia a casa toda. Com ajustes em tubo de aço ou um rácor preso, o trabalho pode estender-se a meio dia. Não há nada para secar nem curar: pode ligar-se o aquecimento logo após o enchimento e a purga. O ar continua, no entanto, a soltar-se do circuito durante alguns dias, por isso convém purgar de novo os radiadores passados uns dias e verificar a pressão.

A caldeira a gás desliga-se e liga-se apenas pelos comandos indicados no manual. Qualquer intervenção no lado do gás ou na parte elétrica da caldeira cabe a um técnico habilitado. Se houver cheiro a gás, deve-se arejar, não acionar interruptores, sair de casa e ligar para a linha de emergência do distribuidor de gás ou para o 112.

Erros típicos e como aparecem mais tarde

  • Pré-regulação esquecida: o detentor novo fica totalmente aberto e o radiador recebe mais água do que devia. Os quartos mais afastados não aquecem bem ou a válvula faz ruído e assobia.
  • Porca de união apertada em excesso: o latão racha, às vezes só semanas depois. Uma fissura fina começa por ganhar humidade e mais tarde pinga.
  • Vedação errada: linho ou fita enrolados num eurocone ou no cone de vedação do rácor. A junta não veda, porque o material impede as superfícies de assentarem.
  • Troca entre ida e retorno: a válvula termostática pertence à ida. Se, ao trocar as duas válvulas, os lados ficarem invertidos, o termostato regula mal e a válvula pode bater. A ida reconhece-se porque, com o aquecimento ligado, o tubo está mais quente.
  • Purga insuficiente: o radiador só aquece em baixo, faz borbulhar ou a caldeira entra em avaria por pressão baixa.
  • Pressão não verificada: depois de encher, a pressão não é reposta, ou fica alta de mais. Com o aquecimento quente abre a válvula de segurança e aparece água a pingar por baixo da caldeira.
  • Tubo torcido: ao desapertar sem segurar com outra chave, o tubo roda e solta uma junta dentro da parede ou do chão. Só se descobre pelo reboco húmido.

Guia faça você mesmo: substituição do detentor numa moradia

Numa moradia com caldeira própria, tubagem de cobre ou plástico e um detentor novo com as mesmas medidas, a troca está ao alcance de quem tem algum jeito. Não convém avançar num prédio com aquecimento coletivo, com tubo de aço antigo de roscas presas, nem com anticongelante sem forma de o recolher. A caldeira deve ser operada apenas segundo o manual, e qualquer mexida no gás ou na eletricidade fica para um técnico habilitado.

  1. Desligar a caldeira e deixar o circuito arrefecer.
  2. Registar a pré-regulação do detentor antigo, contando as voltas até fechar.
  3. Fechar a válvula termostática da ida, rodando a cabeça para zero ou colocando a tampa de fecho.
  4. Pôr panos por baixo do radiador e ter à mão um recipiente baixo.
  5. Esvaziar o radiador ou a parte do circuito necessária, abrindo o purgador para a água sair mais depressa.
  6. Desapertar a porca de união e a ligação ao tubo, segurando sempre com uma segunda chave.
  7. Retirar o rácor antigo e limpar a rosca do radiador.
  8. Enroscar o rácor novo com a vedação indicada pelo fabricante.
  9. Ligar o detentor ao tubo e apertar a ligação e a porca com sensibilidade, sem prolongar a chave.
  10. Acertar a pré-regulação pelo valor registado ou pelas indicações do fabricante.
  11. Encher o circuito, purgar o radiador e repor a pressão segundo o manual da caldeira.
  12. Ligar a caldeira e verificar as juntas a quente, depois de arrefecer e no dia seguinte.

Se a rosca do tubo se estragar na desmontagem ou a junta continuar a ressumar depois de apertada, o melhor é chamar um canalizador ou técnico de aquecimento. Apertar mais, na maioria dos casos, só piora a situação.

Verificação e receção do trabalho

Um detentor bem montado passa despercebido, por isso convém dedicar uns minutos à verificação na receção e voltar a olhar depois de alguns dias de aquecimento. Deve ser confirmado:

  • juntas secas no rácor, na porca de união e na ligação ao tubo,
  • zona da haste seca, também depois de fechar e voltar a abrir o detentor,
  • detentor que fecha e abre sem esforço,
  • tampa colocada e indicação do valor de pré-regulação,
  • radiador quente por igual com o aquecimento ligado, sem borbulhar,
  • pressão do circuito dentro dos valores da caldeira logo após o enchimento e passados alguns dias,
  • tubagem intacta e reboco sem danos à volta da passagem dos tubos pela parede,
  • pavimento seco por baixo do radiador e da caldeira,
  • num prédio com aquecimento coletivo, confirmação de que a coluna ficou cheia e purgada.

Perguntas frequentes

Nem sempre. Se a válvula termostática da ida fechar bem, normalmente só se esvazia o radiador e um pequeno troço de tubo. Se a ida não vedar, é preciso esvaziar o ramal, o circuito inteiro ou, num prédio com aquecimento coletivo, a coluna. Outra hipótese é congelar o tubo, se o material o permitir.

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